terça-feira, 14 de agosto de 2018

ESTRELA DO SUL, MINAS GERAIS

Estrela do Sul é um município brasileiro do interior do estado de Minas Gerais, localizado a 520 km de Belo Horizonte. Sua população estimada em julho de 2017 era de 7 981 habitantes. Estrela do Sul, antigo distrito criado em 1854 com a denominação de Diamantino da Bagagem e subordinado ao município de Patrocínio, tornou-se vila com a denominação de Bagagem, pela Lei Provincial nº 777 de 30 de maio de 1856 e recebeu status de cidade em 1861. A partir de 1901 recebeu a sua denominação atual em homenagem ao diamante Estrela do Sul encontrado nessa região. (Jornalista/escritor EUGENIO SANTANA)

sábado, 11 de agosto de 2018

ASAS DE SONHOS E DESEJOS

Desejo a vocês... Frutas silvestres, Cheiro de jasmim, Namoro no sótão, Domingo com Fla x Flu, no Maracanã, Segunda sem mau humor, Sábado com seu amor, Filme do Chaplin, barzinho com amigos, Crônica de Drummond, Viver sem desafetos, Filme épico na TV, Ter uma mulher singular, E que ela ame você, Música de Vander Lee com letra de Paulinho Pedra Azul, Frango caipira com quiabo, pimenta malagueta e polenta; Ouvir uma palavra motivacional, Ter uma grata surpresa, Ver o desfile dos tropeiros numa cidadezinha mineira, Noite de lua cheia, Rever uma velha amizade que se achava completamente perdida, Manter, acesa, a fé em Deus, Não ter que ouvir um palavrão, Nem nunca, nem jamais e adeus. Ah, Deus. Há Deus! Rir como inocente criança de cinco anos, Ouvir a sinfonia dos pássaros, curar de resfriado, Escrever um texto sobre o Amor Que nunca será rasgado; Formar um par ideal, mergulhar e reenergizar numa cachoeira em Pirenópolis, Pegar um bronzeado legal, Aprender uma nova canção, Esperar alguém no metrô e apreciar arte retrô, Queijo com goiabada, Pôr-do-Sol na fazenda, Uma festa, Um violão clássico, lembrar de um amor antigo, Ter um ombro sempre amigo, Bater palmas de euforia, Uma tarde amena, Calçar um velho sapatênis, Sentar numa velha poltrona, Ouvir a música da chuva no telhado da cabana, Vinho tinto seco, E muito carinho meu. E um largo sorriso expressivo. Dormir e sonhar só com você. E nessas asas de desejos um beijo marítimo e infinito em seu coração oceânico. Até a próxima. Até breve. Até sempre. Maktub. Namastê! (Copydesk/fragment by EUGENIO SANTANA)

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

RENASÇO ALTIVO NA TINTA DO INFINITO (*)

Em cada letra, tinta e o cheiro do infinito, há um diálogo silente que rumino (instigo) onde, por completo, nasceu a página e a pátina que dito – só escrevo, neste plano, aquilo que ainda sonho no outro sótão: a vida após a vida. Sei que feneço no fim de cada sílaba, mas renasço altivo no início de outro mito. E vôo com as asas da Phoenix. Ainda que me seja efêmero o ato de colher as horas, serei sempre estrangeiro da fronteira de vidro: afinal, que sou, senão o fragmento de meus destroços? Só quem navega à luz, sabe o naufrágio das trevas. Afinal, ninguém se espera, se busca, quando o objetivo é filho da ausência da vida por si mesma. Ainda que me seja tardio, serei luz incendiária, fogo fulminante apagando a essência das águas. Nada sou senão serpente e anjo, verbo notívago escrito na página da madrugada. Muito antes que eu compreenda a consciência das asas, direi que o vôo é volátil e curto na distância planejada, muito embora ciente de que me é mais fácil seguir por caminho de lugar nenhum do que então afogar-me em gota de envelhecido rum. Quem afirmou que o castigo aconteceu no Paraíso, se o Paraíso é a morada do meu Pai? Alguém ousa vender um homem no mercado de Deus por ínfimos valores de insensíveis sonhos? Quem se arriscaria a seguir por tão nefasta via? A nenhum destino se chega ao homem senão pela sombra de seu mesmo sobressalto e nome. Meus passos já não cabem em si, muito menos no impulso da estrada que tanto lhes fere e agrava a força do espinho que sou serei além do que vivi e sangrei, amor. O que faço, a bem do meu nome e o fogo que me consome, é aprisionar o tempo e escrever as asas da memória antes do crepúsculo e após a aurora. Não poderia eu omitir que em mim persiste a surpresa que me envelhece, além, muito além dos jardins do abandono e a cal da árvore de plátano plantada em pleno deserto do ser – eis, então, a energia de, assim, matar, morrer para o que se foi e nunca mais há de nascer! Jamais ergo diques: deixo-me fluir para o que se vai, embora estando aqui. Apesar de tudo, nenhum homem sabe a dor do outro! E só a tempestade é capaz de resgatar o silêncio que medra na alma de cada um! Em cada letra, tinta e pátina de infinito, insuflo de fogo meu grito ainda que tardiamente para Deus! (*) EUGENIO SANTANA é jornalista, escritor, ensaísta, biógrafo e redator publicitário. Membro efetivo da ALNM – Academia de Letras do Noroeste de Minas, cadeira dois. Membro Acadêmico “Benemérito Ad Honorem” do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal; Autor de nove livros publicados

domingo, 5 de agosto de 2018

NEUROMARKETING: MEMÓRIA OLFATIVA (*)

Basta sentir um aroma familiar para que as lembranças passadas venham à tona com riquezas de detalhes. Pode ser um alimento, o perfume de uma flor, o cheiro da grama molhada ou o perfume que livro novo exala. Diferente dos outros sentidos como a visão, audição, tato e o paladar, que precisam percorrer um caminho maior para chegar nas regiões do cérebro responsáveis pelas memórias e emoções. A “memória olfativa” está diretamente interligada aos mecanismos fisiológicos das emoções. O neuromarketing estuda as noções básicas da neurociência e aplica algumas técnicas e parâmetros científicos para melhorar a experiência do consumidor e interferir positivamente no seu processo de tomada de decisão. O marketing olfativo é uma forma estratégica para manter o cliente mais tempo na sua loja ou empresa. Utilizar esse recurso, além de despertar uma sensação de bem-estar e conforto, pode desencadear uma lembrança positiva – criando uma boa sensação ao cérebro emocional. Essa técnica permite que toda vez que o cliente sentir uma fragrância parecida, lembre-se da sua marca ou produto instantaneamente. A dica é saber escolher o aroma adequado com o ramo de atuação do seu produto ou serviço. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, publicitário, ensaísta, consultor em gestão de pessoas e analista de marketing digital. Autor de dez livros publicados. autoreugeniosantana9@gmail.com - (41) 9547-0100 (WhatsApp)

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

INSACIÁVEL VIDA EFÊMERA (*)

Não temos exatamente uma vida curta, mas desperdiçamos uma grande parte dela. A vida se bem empregada, é suficientemente longa e nos foi dada com muita generosidade para a realização de importantes tarefas. Ao contrário, se desperdiçada no luxo e na indiferença, se nenhuma obra é concretizada, por fim, se não se respeita nenhum valor, não realizamos aquilo que deveríamos realizar, sentimos que ela realmente se esvai. Perscruta a tua memória: quando atingiste um objetivo? Quantas vezes o dia transcorreu conforme o planejado? Quando usaste seu tempo contigo mesmo? Quanto mantiveste uma boa aparência, o espírito tranquilo? Quantas obras fizeste para ti com um tempo tão longo? Quantos não esbanjaram a tua vida sem que notasses o que estavas perdendo? O quanto de tua existência não foi retirado pelos sofrimentos sem necessidade, tolos contentamentos, paixões ávidas, conversas inúteis, e quão pouco te restou do que era teu? Compreenderás que morres cedo. Se pudéssemos apresentar a cada um a conta dos anos futuros, da mesma forma que se faz com os que já passaram, como tremeriam aqueles que vissem restar-lhe poucos anos e como os economizariam! Pois, se é fácil administrar o que, embora pouco, é certo, deve-se conservar com muito cuidado o que não se pode saber quando acabará. A expectativa é o maior impedimento para viver: leva-nos para o amanhã e faz com que se perca o presente. Daquilo que depende do destino, abres mão; do que depende de ti, deixas fugir. Para onde voltas, para o que te dedicas? Todas as coisas que virão jazem na incerteza: vive daqui para diante. Muito breve e agitada é a vida daqueles que esquecem o passado, negligenciam o presente e temem o futuro. Quando chegam ao fim, os coitados entendem, muito tarde, que estiveram ocupados fazendo nada. De fato, tudo aquilo que vem por acaso é instável, e o mais alto se eleva, mais facilmente cai. Ora, a ninguém as coisas decaídas causam deleite, É, portanto, evidente que seja não apenas muito curta, mas também muito infeliz a vida daqueles que a preparam com grande trabalho e que só podem conservar com esforços maiores ainda. Adquirem pessoalmente aquilo que desejam, possuem com apreensão o que adquiriram. Enquanto isso, não se dão conta do tempo que não voltará, novas preocupações substituem as antigas, uma esperança realizada faz nascer outra esperança, a ambição provoca a ambição. Nunca faltarão motivos, felizes ou infelizes, para a preocupação. A vida ocorrerá através das ocupações; nunca o ócio será obtido, sempre desejado. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, redator publicitário, revisor de texto e palestrante motivacional. Nove livros publicados. Membro da Academia Cachoeirense de Letras (ACL) e do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal; sócio da ACI - Associação Catarinense de Imprensa e da UBE/SC - União Brasileira de Escritores. email: gestoreugeniocouto@yahoo.com e WhatsApp (41) 9547-0100

PAULO LEMINSKI: FRAGMENTOS DE VIDA E ARTE POÉTICA (*)

Paulo Leminski Filho foi um escritor, poeta, crítico literário, tradutor e professor brasileiro. Filho de Paulo Leminski e Áurea Pereira Mendes, seu pai era de origem polonesa e sua mãe filha de pai português e mãe brasileira de origem negra e indígena, Paulo Leminski foi um filho que sempre chamou a atenção por sua intelectualidade, cultura e genialidade. Estava sempre à beira de uma explosão e assim produziu muito. É dono de uma extensa e relevante obra. Desde muito cedo, Leminski inventou um jeito próprio de escrever poesia, preferindo poemas breves, muitas vezes fazendo haicais, trocadilhos, ou brincando com ditados populares. "Bem no fundo/No fundo, no fundo,/bem lá no fundo,/a gente gostaria/de ver nossos problemas/resolvidos por decreto/a partir desta data,/aquela mágoa sem remédio/é considerada nula/e sobre ela — silêncio perpétuo/extinto por lei todo o remorso,/maldito seja quem olhar pra trás,/lá pra trás não há nada,/e nada mais/mas problemas não se resolvem,/problemas têm família grande,/e aos domingos/saem todos a passear/o problema, sua senhora/e outros pequenos probleminhas." Nasceu: 24 de ago de 1944 · Curitiba, Brasil Morreu: 7 de jun de 1989 · Curitiba, Brasil Cônjuge: Alice Ruiz (c. 1968 - 1988) · Neiva Maria de Sousa (c. 1961 - 1968) Filhos: Áurea Leminski · Miguel Leminski · Estrela Ruiz Leminski Filiação: Paulo Leminski II · Áurea Pereira Mendes (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, redator publicitário, revisor de texto e palestrante motivacional. Nove livros publicados. Membro da Academia Cachoeirense de Letras (ACL) e do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal; sócio da ACI - Associação Catarinense de Imprensa e da UBE/SC - União Brasileira de Escritores. email: gestoreugeniocouto@yahoo.com e WhatsApp (41) 9547-0100

segunda-feira, 30 de julho de 2018

HELENA KOLODY: RÉQUIEM OU ENSAIO; MEMÓRIA OU SAUDADE? (*)

Helena Kolody, um dos nomes mais expressivos da poesia contemporânea do Paraná, nasceu em Cruz Machado, Paraná, no dia 12 de outubro de 1912. Filha de imigrantes ucranianos que se conheceram no Brasil, com um ano de idade mudou-se com a família para Três Barras do Paraná, em seguida morou em Rio Negro e depois fixou residência em Curitiba. Com 12 anos, Helena escreveu seus primeiros versos. Em 1928, com 16 anos publicou o poema “A Lágrima”, na revista “Marinha”, de Paranaguá, a maior divulgadora de sua obra. Cursou a Escola Normal de Curitiba, e a partir de 1931, já formada, lecionou em diversas escolas, e por fim, lecionou na Escola Normal de Curitiba durante 23 anos. Em 1941 publicou seu primeiro livro “Paisagem Interior”, com 45 poemas, entre eles três "haicais", o primeiro: "Arco-íris": Arco-íris no céu./Está sorrindo o menino/Que a pouco chorou. Era a primeira vez que uma mulher publicava haicais no Brasil. Desde então, dedicou grande parte de sua vida a escrever poesias. Recebia críticas por não ter rima nos haicais, mas mesmo assim continuou publicando essa forma de fazer poesia. Em 1945, no segundo livro “Música Submersa” publicou o mais famoso deles, “Pereira em Flor”: De grinalda branca,/Toda vestida de luar,/A pereira sonha. Em 1985, Helena Kolody recebeu o Diploma de Mérito Literário da Prefeitura de Curitiba. Em 1988, foi criado o “Concurso Nacional de Poesia Helena Kolody”, realizado anualmente pela Secretaria da Cultura do Paraná. Em 1989, o Museu da Imagem e do Som do Paraná gravou e publicou um depoimento da poetisa. Em 1991 foi eleita para a cadeira nº 28 da Academia Paranaense de Letras. Em 2003, Helena recebeu o título de “Doutora Honoris Causa” pela Universidade Federal do Paraná. Faleceu em Curitiba, o dia 15 de fevereiro de 2004. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, redator publicitário, revisor de texto e palestrante motivacional. Nove livros publicados. Membro da Academia Cachoeirense de Letras (ACL) e do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal; sócio da ACI - Associação Catarinense de Imprensa e da UBE/SC - União Brasileira de Escritores. email: gestoreugeniocouto@yahoo.com e WhatsApp (41) 9547-0100

sexta-feira, 27 de julho de 2018

CAMINHO DAS PEDRAS: PUBLIQUE SEU LIVRO (*)

Vale salientar que, nem todas as editoras estão efetivamente recebendo originais, visto que algumas importam suas obras ou por política interna da editora. Antes de enviar seu original, é importante saber se é uma editora comercial, ou seja, aquela que acredita no seu trabalho e banca sua publicação. As editoras prestadoras de serviço irão publicar seu livro, basta você pagar. Em artigo futuro abordarei as vantagens e desvantagens de cada uma dessas formas de publicação. Cada editora possui uma metodologia própria de recebimento e originais, sejam eles, por CD, Pen drive, impresso… então, busque essas regras e se adeque para não ter sua obra descartada sem sequer ser avaliada; como as editoras recebem muitos originais por mês, pode ter certeza que, se você não seguir o procedimento correto, a editora não avaliará sua obra. Outro ponto importante antes de enviar seu original para avaliação é pesquisar quais obras cada editora publica, pois a grande maioria dos originais são descartados por não estarem de acordo com a linha da editora. Por exemplo: Não adianta você mandar um livro de ficção para uma editora que só publica livros didáticos. Em minhas pesquisas, verifiquei também que as editoras gostam quando o escritor se familiariza com a empresa, ou seja, conhece os livros que publicam… O mercado editorial é exigente e o mínimo diferencial pode lhe destacar de outros tantos bons aspirantes a escritores. É fundamental buscar e demonstrar que você se familiarizou com a editora e direcionar o original à pessoa correta (normalmente “ao” ou “a” Diretora Editorial). Um ponto que quase todas as editoras exigem é, na carta de apresentação, mencionar os livros publicados pela editora que estão na mesma linha da sua obra. Cada uma dessas dicas corroboram para demonstrar a vontade do escritor de ser publicado pela editora na qual acaba de enviar o original. Caso você leitor também tenha informações de editoras e quiser compartilhar e enriquecer esse artigo, fique a vontade para agregar valor. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, redator publicitário, revisor de texto e palestrante motivacional. Nove livros publicados. Membro da Academia Cachoeirense de Letras (ACL) e do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal; sócio da ACI - Associação Catarinense de Imprensa e da UBE/SC - União Brasileira de Escritores. email: gestoreugeniocouto@yahoo.com e WhatsApp (41) 9547-0100

RANKING: PARANÁ OU SANTA CATARINA?

O Paraná aparece em quinto lugar, subindo uma posição em dez anos, no Índice de Desafios das Gestões Estaduais (IDGE), estudo desenvolvido pela consultoria Macroplan. O ranking leva em consideração diferentes estudos, a partir de 2004 até 2015, nas áreas de educação, infraestrutura, saúde, segurança, economia e qualidade das instituições. Nunca foi tão importante estar bem informado. Sua assinatura financia o bom jornalismo. O ponto no qual o Paraná mais avançou foi na eficiência da Justiça estadual. O estado saiu do penúltimo lugar e chegou à oitava posição em dez anos. Também houve avanço considerável na diminuição das mortes no trânsito, entretanto o estado ainda amarga um 17.º lugar entre os estados. Apesar de o estudo ir até 2017, os números recentes de violência no trânsito demonstram que o problema persiste. Em 2016, houve 2,6 mil mortes e 9,3 mil internações na rede pública por causa de acidentes de trânsito no Paraná, gerando um custo com internações de mais de R$ 12,7 milhões. O estado também melhorou sua taxa de homicídios, que caiu 9,6%, o suficiente para avançar 12 posições. Também avançou na diminuição da pobreza e da desigualdade de renda. A quantidade de paranaenses que vivem com até 25% de um salário mínimo — R$ 197 em 2015 — passou de 25,2% para 8,9%. À frente do Paraná, no ranking geral, estão São Paulo, Santa Catarina, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. Santa Catarina aparece em primeiro lugar em oito indicadores, mas São Paulo acumulou mais pontos em seis. O estado que mais avançou foi Pernambuco, atropelando 11 posições no ranking geral. Espírito Santo aparece como referência no indicador de transparência na gestão pública, e Amazonas é o estado com maior segurança no trânsito, índices em que o Paraná aparece mal. Apesar de o Paraná ter despencado 11 posições, ficando em 15.º lugar no indicador de transparência da gestão pública, deve-se considerar que o estudo usou o levantamento do site Contas Abertas, que computou o índice de transparência das unidades da federação entre 2004 e 2014. Em maio deste ano, a Controladoria Geral da União (CGU) divulgou a 3ª Escala Brasil Transparente e neste estudo mais recente o Paraná aparece com uma boa nota, atendendo quase todos os critérios. Além do quesito da transparência institucional, o estado perdeu posições na qualidade das rodovias, no acesso à internet e telefonia fixa e móvel, e no índice de gravidez entre crianças e adolescentes. Segundo Adriana Fontes, consultora sênior da Macroplan, a crise política e financeira do país reteve o crescimento em infraestrutura e paralisou, ou piorou, os índices de desenvolvimento econômico e social nos estados. Para ela, o indicador de transparência no Paraná é um quesito a ser aprimorado, pois “num cenário de crise, a transparência institucional é uma ferramenta que melhora a gestão dos recursos públicos, que andam escassos para todo os estados”. (Da Redação do jornal A NOTÍCIA - EUGENIO SANTANA)

segunda-feira, 16 de julho de 2018

QUEM É MACAPÁ? (*)

Voltei para a "CIVILIZAÇÃO" via GOL e fui embora, definitivamente, DO INFERNO VERDE: LUGAR PRECÁRIO, SEM SANEAMENTO BÁSICO, PESSOAS EGOCÊNTRICAS, CRUÉIS, VIOLENTAS, CRIMINOSAS, ATUAM NO MERCADO DE JORNALISMO SEM REGISTRO NO MTE SEM POSSUIR DIPLOMA DE FORMAÇÃO ACADÊMICA; INTERESSEIRAS, FRIAS E CALCULISTAS. MISTURA INSENSATA DE NEGRO, ÍNDIO E PARAENSE: MACAPÁ. Capital do Amapá. Estado em que você só se locomove de barco ou Avião. Dívida: me devem 18 mil reais. Se eu recorresse à Justiça do Trabalho, certamente teriam me matado por meio dos Pistoleiros locais ou componentes do BOP. Amapá, NUNCA MAIS! NEM O SARNEY CONSERTA AQUILO LÁ! Único ser normal, sábio, intelectual, viajado e educado é o Sr. ZELITO - gestor da TV e Rádio Equatorial. E ponto. E pronto. (*) EUGENIO COUTO é escritor, jornalista investigativo - Registro 01319 MTE/FENAJ. Autor de Nove livros publicados. email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (41) 9547-0100

quinta-feira, 12 de julho de 2018

EU SÓ AMO MEUS FILHOS LIVROS; OS BIOLÓGICOS? SÃO ATOS FALHOS! (*)

Quem escreve nunca sabe o que leva as pessoas a chegar aos seus livros. Por vezes é uma recomendação, outras vezes é um acaso, uma oferta, quem sabe? Mais importante do que o que as pessoas procuram nos meus livros é o que encontram. Espero que encontrem algumas “formas de pensar”. Os meus livros são livros de autoajuda, por isso têm demasiadas respostas. Mas estão cheios de perguntas que têm de ser feitas, de modo a que se encontrem as soluções. Parece-me que isto ajuda os leitores a enfrentarem os seus problemas. Será bom para eles, como foi bom para mim enfrentar estas perguntas que hoje compartilho. Embora tenha possivelmente começado a escrever com a intenção de levar algum consolo ou ajuda a outros, acredito que, em última instância, acabei por ser eu o mais ajudado com aquilo que escrevi.
(Escritor/Jornalista EUGENIO SANTANA)