domingo, 30 de agosto de 2026

QUEM SOU EU? )*)

EUGENO SANTANA nasceu às 9 horas da manhã na fazenda "Aldeia de Cima", do seu avô materno José Ulhôa Santana, em 19 de abril de 1963, município de Paracatu, Minas Gerais. filho de Fabião da Silva Couto e Adília Santana Silva (em memória), ambos fazendeiros. Estudou o curso primário no "Grupo Escolar Temístocles Rocha", em Paracatu (MG) e o Ginasial no Colégio São Francisco de Assis, em Anápolis (GO) e o Ensino Médio, Técnico em Contabilidade, no CTS - Colégio de Taguatinga Sul, no Distrito Federal e cursou Ciências Econômicas, na UNEB e, posteriormente, fez Propaganda, Marketing e Jornalismo, não concluído, na ESPM, em Goiânia (GO). Em 2015 cursou Licenciatura em Letras Inglês/Português, na UNIP, Asa Norte, Brasília, que também não foi concluído. Concluiu, porém, em 2021, Filosofia, por meio da URCI - Universidade Rosae-Croix Internacional, em Curitiba, PR. Casou-se com a professora e supervisora do Banco do Brasil. Yvonne Andrade. Têm uma filha, Nuria Liz, modelo. Que afirma o autor, tratar-se de sua única obra-prima, que nasceu em Brasília e, atualmente, mora em São Paulo. Posteriormente, teve um relacionamento afetivo com a psicopedagoga, Tatiana Moraes e dessa relação têm um filho, Enzo Gabriel Moraes Santana. Hoje, com nove anos de idade, que vive com a mãe em Uberaba (MG) Ao mudar-se para Curitiba, em 2017, conheceu a estilista de moda Ana Lopes a quem considera a sua "pitonisa e senhora do seu afeto". Em termos de estudos "acadêmicos", foi rotulado, por uma banda podre da família que o considera "autodidata". Humanista que é, ele ignora essas pessoas ridículas e invejosas. Inadimplentes da Arte e Cultura. A partir de 2002 obteve o Registro de Jornalista Profissional, por meio da DRT-GO, sob o número 001319/JP. Alguns familiares afirmaram que ele seria a "reencarnação" de Nestório de Paula Ribeiro, seu bisavô materno, que foi destacado professor, poeta e poliglota, em Minas Gerais e Goiás. De família tradicional de Paracatu, é bisneto de FIRMINA SANTANA, a primeira mulher nutricionista brasileira a pronunciar um célebre e insólito discurso na sede da ONU, nos Estados Unidos, ao final da década de 1930. Primo do jornalista, roteirista, poeta e escritor Fernando Santana Rubinger e de Zé Rubinger, o mais conceituado artista plástico, de Paracatu. Por conta da atividade jornalística, morou nas cidades de Anápolis, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Uberaba, Manaus, Macapá, Jaraguá do Sul, Pires do Rio, Duque de Caxias, Nilópolis, São João de Meriti, Franca e, por fim, Curitiba. Recebeu dezoito prêmios literários em âmbito nacional. Pertence a mais de vinte e duas instituições culturais do Brasil e Portugal. Membro efetivo e co-fundador da ULA - União Literária Anapolina; membro efetivo e co-fundador da ALNM - Academia de Letras do Noroeste de Minas, onde ocupou a cadeira nº 2 e sócio correspondente da Academia Uruguaianense de Letras e da ACL - Academia Cachoeirense de Letras e sócio da UBE/GO/SC - União Brasileira de Escritores, colaborador da ADESG-DF e do Greenpeace/SP; possui o nível superior, grau Iluminati, na Ordem Rosacruz - AMORC. Recebeu o título nobiliárquico de Comendador honorário, da Ordem Ka-Huna do Poder Mental, Brasília (DF). Foi Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, Gestor editorial na sua empresa, Hórus9 Editora e Editor-chefe de Revistas e Jornais, destacando-se o jornal "Diário da Manhã" e a revista "Cenário Goiano", da qual foi Diretor de Redação, em Anápolis (GO) e a revista "Especial Mulher", de Uberaba (MG), Chefe de Reportagem, na Região Amazônica, de uma emissora de Rádio e TV, filiadas à Rede Bandeirantes (Macapá/AP). Publicou quinze livros, nos gêneros Poesia, Crônica, Conto, Ensaio, Romance e Biografia, onde se destaca "VENTOS FORTES, RAÍZES PROFUNDAS", autoajuda, Madras editora, de São Paulo, Capital, entre outros. Durante sete meses ficou em Abadiânia (GO), objetivando escrever a biografia: "João de Deus - O Paranormal de Abadiânia", a biografia foi concluída para o contentamento do "curandeiro" e segundo o mesmo foi traduzida e divulgada em alguns países da Europa. Além de escritor e jornalista, atuou na área de Recursos Humanos durante quinze anos, como Gestor em RH, em renomadas empresas, com sede em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Aposentado, em abril de 2021, está radicado a partir de 2017, em Curitiba, PR, e jamais renunciará ao seu imenso amor pela Arte e Cultura. Até o fim! Maktub!
(*) Por ANTONIO DE DEUS TELES FILHO , ensaísta literário, publicou o livro "A Redenção de Eva". É professor universitário da UEG. Formou-se em Letras Modernas, na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, em 1973. Especializou-se em Língua Portuguesa, na Universidade Federal de Goiás, em 1979. Ex delegado de Ensino em Anápolis.

PARACATU, MINAS GERAIS, TEM MUITO A AGRADECER...

PARACATU (MG) TEM MUITO A AGRADECER ao escritor Eugenio Santana, ao ex Ministro do STF Joaquim Barbosa, escritor e diplomata Afonso Arinos de Melo Franco, escritor Fernando Santana Rubinger, professor, poeta e poliglota Nestório Ribeiro e a primeira nutricionista brasileira a discursar na ONU Firmina Santana. Orgulho de Minas Gerais e do Brasil! (Prof. Dr. Oswaldo Costa - discurso ALNM - Empresário, Bioquímico e Escritor)

quarta-feira, 8 de abril de 2026

MAR DE VIDRO - 22º LIVRO PUBLICADO

ESCREVER não muda o mundo. Não acredito na LITERATURA como meio de salvar o mundo. Acredito, sim, que a obra literária eventualmente possa salvar ALGUÉM. ESCREVER, era isso a única coisa que povoava minha vida e que a encantava. Eu o fiz. A escritura nunca me abandonou. (Copydesk/fragment by Writer and Journalist EUGENIO SANTANA)

domingo, 15 de março de 2026

QUEM SOU EU, QUEM SOMOS NÓS? (*)

A maioria hipócritas, medíocres, pusilânimes, dissimulados; pequena parcela de resilientes, persistentes e determinados. O que significa para você vitória, conquista? E os que vivem (uma vida inteira?), buscando metas e objetivos? "coisificados" e "robotizados", esquecem da beleza contida no sorriso do seu filho, implorando um pouquinho de atenção no sentido do que significa pertencimento, o estar no mundo? Respostas evasivas, pouco convicentes. O importante é o "Fator Maya" - o espaço-tempo das ilusões, dos paradoxos. Conheci um menino assim, quase adolescente e cresceu sem a chance de um mínimo de realidade por meio dos seus pais. E os questionamentos de professores, com uma visão de mundo arcaica ou ... sem palavras. E o que existe, papai, após a terceira margem do Rio da Vida? (esqueçam Guimaráes Rosa), a nossa existência (breve e efêmera), não traduz para ninguém a finitude. Precisamos viver, pelo menos, 150 anos para descobrir os segredos da vida indecifrável que se corrói entre chegadas e partidas, perdas e ganhos. E conhecer Nova Iorque, Paris, Egito, Itambul, Veneza, Turquia, Chile, Uruguai, Arábia saudita, Japão e India? Você voltará melhor quando aterrissar no Galeão do meu/nosso Rio de Janeiro? E a morte, e o amor romântico, as catarses filosóficas no seu espaço-tempo; encontrando o self você acredita que já está vivenciando a quinta Dimensão? É Crístico transformar o seu cadáver em cinzas? E sobre judeus? Umberto Ecco os desvendou. E o Criador do Universo, Deus - Todo-Poderoso? Ele existe e sempre existiu, quando toquei a face fria de papai... E como existe! Aos que questionam? Bando de imbecís, que nunca insistiram no Religare e desdenham a Parusia. Pelo menos, me faça algo relevante: respeite os MISTÉRIOS! Maktub. Namastê! (EUGENIO SANTANA é filósofo Rosacruz, escritor, jornalista, ensaísta e gestor editorial. Autor de 22 livros publicados de autoajuda, autoconhecimento, biografia, romance, ensaio, crônicas, contos e poemas)

sábado, 7 de março de 2026

ABANDONO E ESQUECIMENTO...

Pensando além de qualquer noção de progresso ou de desenvolvimento, quanto mais estivermos dispostos a permanecer no caminho das sendas do aberto, mais fascinantes serão os voos à altitude do possível e mais intensos serão os sublimes acenos da ausência essencial. Ora, mas o que recebemos ao ingressarmos no que constantemente se vela e se ausenta? Possibilidades. Não sabemos quais, quando ou como, mas o mistério do ser pode, a partir do nosso carecer silencioso, presentear-nos.Que assim seja. Que o silêncio e a escuta tenham mais espaço do que os ruídos e os falatórios desmedidos. Que o fluxo da vida tenha abertura para seguir o seu rumo sem manejos. Que o curso do rio não seja interrompido. Que a flor possa irromper e fluir. Que os lirismos do poeta não cessem. Que a mente do homem não seja suprema. Porque “há” mais entre o céu e a terra do que a nossa simples finitude. (Copydesk/fragment by Writer and journalist EUGENIO SANTANA, FRC)

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

ULTIMO VOO

Há muito tempo meus escritos sangram... Olhos perplexos – pupilas dilatadas, alma imolada – coração partido. Sigo o roteiro dos visionários, utopistas e dos pássaros e a angústia é tanta que não caberia na taça de cicuta de Hórus e dos filósofos gregos, especialmente Aristóteles – abandonados pelo desencanto e a neuroforia de um mundo – que jamais lhes pertencera. Quem me amaram? Foram sete as mulheres?! Talvez não existam mais para os cenários de amor, regado a vinho tinto seco chileno, do ex-Adônis de Paracatu. Valeu a pena?! Reticências Infinitas... (EUGENIO SANTANA)

domingo, 22 de fevereiro de 2026

VALIDAÇÃO DOS OUTROS...

TODOS OS DIAS, A GENTE TOMA DECISÕES. Algumas pequenas, quase automáticas. Outras, maiores - e que moldam o nosso caminho. Nem sempre dá para controlar tudo, mas sempre dá pra escolher com mais consciência. A vida muda mesmo quando a gente assume a responsabilidade por ela... E está pronto pra dar os passos necessários, um de cada vez. Ontem, eu percebi que muita gente por aqui tá tentando superar a necessidade de agradar todo mundo... Por isso, hoje trago uma pergunta importante: será que você realmente precisa da aprovação dessa pessoa? Ou só se acostumou a buscá-la? Porque tem uma diferença entre querer ser aceito e precisar desesperadamente da validação dos outros pra se sentir bem. Uma coisa te motiva, a outra te prende. Pense nisso com carinho. (Copydesk/Fragment by Writer and Journalist EUGENIO SANTANA, FRC)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

O MUNDO NÃO É REGIDO POR UMA FILOSOFIA OU CONJUNTO DE REGRAS (*)

Todos os dias construímos um santuário de preocupações e cuidadosamente veneramos cada um desses preciosos objetos. Existe sempre algo que está para acontecer ou uma questão relacionada à nossa saúde, sem contar alguma situação embaraçosa que tenha acontecido no dia anterior, ou mesmo há dez anos, mas que continua ocupando um lugar de honra no santuário. A preocupação não nos faz sentir mais confortáveis nem favorece melhores decisões. Ela fragmenta a mente, tira a concentração, distorce a perspectiva e destrói o bem-estar interior. A preocupação é um espécie de estresse autoaplicado. A preocupação é o caos mental, não é nada agradável - ou seja, é puro lixo, mas lixo que nós acumulamos e aturamos todos os dias de nossas vidas. Talvez as duas preocupações mais comuns sejam algo que vive nos incomodando ou alguém com quem discutimos até em pensamento. A primeira diz respeito ao futuro: um medo do que pode acontecer. A segunda dis respeito ao passado: angústia em relação ao comportamento de alguém ou em relação à maneira como algum acontecimento se desdobrou. É importante observar que as reações dos outros são o centro de nossa preocupação. Nossa mente não se prende a situações. Se fazemos algo realmente tolo enquanto caminhamos, podemos até rir disso, mas não vira uma idéia fixa - a menos, é claro, que o erro fique evidente quando retornamos. Nosso ego funciona de forma repetitiva, aumentando ad distância entre nós e os outros. A religião, que deveria promover conforto e amparo, pode levar à preocupação e, às vezes, ao terror. Padres, pastores e rabinos muitas vezes usam o medo para ensinar a doutrina e - por que não? - para aumentar as contribuições dos fiéis. Até o sistema educacional promove a ansiedade, ao fixar metas impossíveis e ameaçar com penalidades quem ousa se comportar de forma "imprópria". Do primeiro ao último ano da escola, os objetivos são conflitantes: responsabilidade, socialização, autoestima, consciência ambiental, criatividade, orgulho racial, consciência das drogas, administração do tempo etc. Os próprios professores variam amplamente na maneira como influenciam os alunos, até porque os livros e currículos escolares que lhes são entregues também contêm idéias complexas e contraditórias. O que se pode observar é que quando a mente está preocupada, ela se torna lenta e dispersa, ao passo que a mente tranquila é capaz de uma consciência ampla e firme, no mínimo, porque está distraída. Diante dessa perspectiva, pode-se dizer que a mente preocupada está desprotegida, dominada pela ansiedade, enquanto a mente tranquila pode avaliar a situação de modo mais rápido e preciso. Por isso mesmo tem mais chances de impedir um perigo iminente. De vez em quando, nos deparamos com situações potencialmente desagradáveis ou mesmo perigosas. O exemplo clássico é convidar um alcoólatra em recuperação a se juntar com pessoas que bebem muito. Naturalmente, às vezes somos obrigados a frequentar reuniões de colegas de trabalho, mas uma boa desculpa pode nos tirar de praticamente qualquer situação. Mesmo assim, muita gente não se permite utilizar essa opção porque tem uma definição radical de honestidade. Qual seria a resposta "honesta" a um convite desse tipo: "Não, não irei porque você e seus amigos se embebedam e se tornam tão chatos que eu poderia voltar a beber de novo. Caso vocês não saibam, sou um alcoólatra em recuperação." Será que esse tipo de sinceridade aumenta a consciência de alguém? A franqueza total pode ser considerada uma qualidade nos dias de hoje, mas, na verdade, quando as pessoas dizem "Preciso ser honesto com você", em geral prosseguem com um discurso de ataque, abandono ou traição. Os defensores da "honestidade" não deixam nada intocado. Muitos relacionamentos naufragam antes mesmo de começar porque os dois parceiros pensam que devem confessar todos os atos sexuais que tiveram ou pensaram ter na vida. Observe que essas confissões levam a um desentendimento maior. Elas iludem, não esclarecem. Vivemos em batalha constante com nosso cabelo, nossos dentes, pele, unhas, células de gordura, tamanho do nariz, altura, forma e idade. Quanto mais nos aprofundamos no corpo, mais reclamações surgem: seios horríveis, intestinos que se comportam mal, costas doloridas, joelhos traiçoeiros e juntas mal-ajambradas. Sem contar as lutas de vida e morte com nossos órgãos vitais, sistemas imunológicos e química do sangue. Eu poderia ir em frente, mas é uma história que começa a ficar assustadora. As pessoas têm medo e desconfiam de seu corpo, sentem-se traídas por ele e às vezes até o odeiam. Abrir mão desses pensamentos perturbadores é o único caminho para uma mente pacífica. Muitas pessoas só ficam em paz com seus corpos no momento em que estão morrendo - mas por que esperar até lá? Até os anos 1960 as pessoas não acreditavam tanto em leis metafísicas ou "princípios universais", mas sim no fluxo natural da vida. Se você fez o que é certo; se não questionou a autoridade, o seu lugar na sociedade ou a situação vigente; se não mentiu, não disse palavrões, não trapaceou, nem bebeu demais; se trabalhou muitas horas e poupou o seu dinheiro para poder transmiti-lo a seus filhos; se foi leal a seu país, à companhia para a qual trabalha, ao partido político, à universidade em que estudou; se cumpriu seus deveres conjugais... Então, tudo dará certo e em determinado momento você caminhará em direção ao pôr-do-sol. Esta abordagem estendia-se às escolhas pessoais, como a marca do automóvel, o estilo de roupa e até o gosto em questões de música e estrelas de cinema. O essencial era manter-se afinado com o status quo, que todos mais ou menos compreendiam e com o qual mais ou menos concordavam. Culturalmente, éramos bastante coerentes. Contávamos uns aos outros histórias das recompensas recebidas pelas pessoas que "trabalharam duro" e viviam "segundo as regras" e gostávamos dos exemplos do que acontecia a quem não vivia assim. Nossa sociedade acreditava que as pessoas sabiam como se comportar de modo que a vida funcionasse muito bem. Agora, neste século XXI, acreditamos que renegar "a maneira como se faz as coisas" proporciona uma oportunidade melhor para a felicidade. É preciso sentir-se livre para experimentar diferentes "estilos de vida" e formas "exóticas" de divertimento, além de estar aberto para mudar de amigos e familiares assim como se troca de trabalho, residência ou penteado. Não apenas questionamos os valores como passamos a derrubá-los obsessivamente. Já não sabemos olhar para qualquer coisa sem ansiedade, incerteza e cinismo. Todos querem saber quais são as forças e os fatos essenciais. Ansiamos por conhecer as regras e queremos que elas nos sejam explicadas e numeradas. Felizmente, isto jamais acontecerá. O mundo simplesmente não é regido por uma filosofia, doutrina ou conjunto de regras. Admitir essa verdade tira um peso enorme e totalmente desnecessário de nossos ombros. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, filósofo, jornalista, ensaísta, agente literário, redator publicitário e gestor editorial. Autor de 22 livros publicados e 3 no prelo. Membro da ADESG/DF, Greenpeace/SP, ACI - Associação Catarinense de Imprensa e da UBE - União Brasileira de Escritores. (62) 9.8236-7742 WhatsApp - Emal: es.escritor1199@gmail.com

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

MEMÓRIAS DO OLVIDO...

Passei por tudo. Ou tudo passou por mim? Inclusive pelo teu labirinto. Terror e trevas. Venci. Memórias? 22 Livros publicados, 490 árvores plantadas. Pai e mãe? Espelho. Referência! Filhos ou filhas? Raízes genealógicas. Além disso, leia Gibran. O ter sobre o “ser” prevalece hoje, antes e depois de Cristo. Quem sou? Utopista-humanista. Ainda. Apenas um perfil perdido nas paredes do tempo e nas asas Da memória. Luto por um planeta melhor a partir de mim mesmo. Só é possível a revolução por meio do amor incondicional e o cooperativismo pleno. Ou através do método utilizado por Che Guevara? Sangue é libertação. Quanto ao país? Jamais foi sério! Mutante e fragmentado, não voto em crápulas e arrivistas desde 9/9/1999. E conheço Brasília e seus poderes podres. Durante 14 anos atuei na iniciativa privada daquela “capital”. Fui Amigo, na Asa Norte, de Renato Russo e Cássia Eller, entre outros. Depois de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Joinville, Florianópolis, Manaus, Uberaba, Franca, Anápolis, Goiânia, Macapá, Curitiba? Nada me comove, nem troglodita; muito menos IA! Enganei-me com Minas Gerais. Lamento profundamente ter voltado ao “estado” em que nasci, após 30 anos ausente. E quanto às memórias do esquecimento? Eu sou jornalista, escritor, filosofo, editorial, relações públicas; Diretor de Redação de jornais e revistas (1980/1990) e, acima de tudo, um ser humano sempre trilhando o Caminho da Luz. (WRITER AND JOURNALIST BY EUGENIO SANTANA, FRC)

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

"ELES" MUDARAM DAQUI...

Essa sombra de neblina ganhou refúgio dentro de mim. Agora eu compreendo a dimensão intraduzível que se chama Saudade. Não logrei êxito tentando impedir a névoa de chumbo cobrindo minha cabeça, com o tormento de atordoados pensamentos. Tarde demais para encontrar as chaves secretas dos Mistérios e seus códigos indecifráveis. Vidas extintas são escritas com as mãos trêmulas e um olhar congelado pelas perdas inaceitáveis. É possível acreditarmos num longo-breve caminho que nos empurra para continuarmos vivendo ou morrendo lentamente? Buscamos voar, pesadamente, como o Albatroz através de uma fraturada Asa de Esquecimento? (Escritor/Jornalista/filósofo Eugenio Santana)

domingo, 28 de setembro de 2025

WIKIPEDIA. O QUE É ISSO?

Não entendo critérios. Métodos. São racistas? São da parte negra do abismo mundial? É multinacional que quer dinheiro? Certamente é das trevas em que vivenciamos tantos atos e fatos indescritíveis; nebulosos, escabrosos. Deliberadamente, não quero o meu nome biografado nesta pífia fonte de inexplcável podridão pseudo intelectual. Pode conferir o que escrevo em meu Blog, já que fizemos o enterro e o funeral da mídia impressa há muitos anos. Até os autores de projeção nacional estão prseguidos aqui. Particularmente, não quero convite da ABL, Drummond rejeitou e Guimaráes Rosa, aceitou a contragosto, e três dias depois estava morto. Drummond estavva certo! Academia de Letras não é atestado saudável que define o bom ESCRITOR muito menos "prefáceis". DANE-SE WIKIPEDIA e sua arrogância. (EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, pensador, biógrafo e gestor editorial - autor de 22 livros publicados, "Ventos Fortes, Raízes Profundas", autoajuda, é o seu best seller, entre outras pedras preciosas)

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

HÁ DOR NAS ASAS DA ALMA (*)

As dores da alma não deixam recados, imprimem uma sentença que pode se estender por uma década. Um amor que acabou mal resolvido… Um emprego que se perdeu inexplicavelmente… Um casamento que mal começou e já terminou… Uma amizade que acabou com traição… Tudo vai deixando sinais, marcas profundas… Precisamos trabalhar as dores da alma, para que sirvam apenas de aprendizado, extraindo delas a capacidade de nos fortalecermos… aprendendo que o melhor de nós, ainda está em nós mesmos… Que amando-nos incondicionalmente descobrimos a auto-estima… Que se deixarmos seguir o caminho da dor e do remorso, iremos, inevitavelmente, ao fundo do poço, e, no abismo sombrio, afundamos na depressão que pode vir a ser um proceso emocional incurável. As dores da alma não aparecem na manchete de um jornal, não viram capa de revista; ou alguma chamada em rede social. E só quem sente, pode avaliar o estrago que elas provocam. Como não existe vacina para amores mal resolvidos, nem para decepções diárias e muito menos cirurgião plástico que cicatrize as feridas da alma, o que vale é a prevenção…Autoconhecimento, autoconsciência e autoanálise. Portanto, Ame-se para amar e ser verdadeiramente amado. Sorria para que o mundo seja mais gentil e menos hostil. Dedique-se para que as falhas sejam pequena e os danos emocionais, menores. Não se compare, você é único! Repare nas pequenas coisas, mas cuidado com as grandes que as vezes estão à frente do nosso campo visual e não enxergamos… Sonhe, pois o sonho é o combustível da realização. Tenha amigos e seja o melhor amigo de todos. Apaixone-se pela vida e por tudo o que é seu. Sinta o seu cheiro e acredite em seu poder de sedução… Estimule-se, contagie o mundo com a sua criatividade e senso de humor… Creia em Deus pois sem Ele não há razão em nada! E tenha sempre a plena convicção de que, após uma forte tempestade ou de um ciclone, o arco-íris vai surgir e o sol vai brilhar ainda mais forte com suas poderosas Asas de Luz. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, filósofo ensaísta, gestor editorial e redator publicitário. Já publicou 22 (vinte e dois) livros, entre os quais destaca-se, "VENTOS FORTES, RAÍZES PROFUNDAS", pelo selo Madras editora, de SP. Membro Rosacruz, do Greenpeace, da UBE-GO e da ADESG-DF. WhatsAp (62) 99635-8005 - e-mail es.escritor1199@gmail.com

terça-feira, 26 de agosto de 2025

O FUTURO DOS ESCRITORES COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (*)

Você já se perguntou como a inteligência artificial está impactando a profissão de escritor ? Será que os avanços tecnológicos estão ameaçando o futuro dos escritores ou oferecendo novas oportunidades? Talvez o “pânico” não seja para tanto. A crescente adoção da Inteligência Artificial revolucionou diversos setores, incluindo a criação artística e autoral. No entanto, essa tecnologia também levanta questões complexas relacionadas aos direitos autorais e à proteção do trabalho de autores e artistas. Desafios como criação e geração automatizada de conteúdo, plágio e uso indevido precisam ser enfrentados. Além disso, é necessário garantir pagamentos justos, registro e comprovação de autoria. Tudo isso para garantir a proteção e recompensa justa das obras criativas na era da Inteligência Artificial. A Inteligência Artificial (IA) tem se mostrado uma aliada poderosa para os escritores no mundo moderno. Com o avanço da tecnologia na escrita, os escritores podem contar com a assistência da IA ​​em diversas etapas do processo criativo, desde a geração de ideias até a personalização de conteúdo. Isso traz muitos benefícios e oportunidades para os profissionais da escrita. Um dos recursos mais úteis da IA ​​para os escritores é a assistência na escrita e edição. A inteligência artificial pode auxiliar na correção de erros ortográficos e gramaticais, melhorando a qualidade e as precisão do texto. Além disso, a IA também pode sugerir opções de estilo e sinônimos para enriquecer a escrita do autor, aprimorando sua voz e tornando o conteúdo mais cativante para os leitores. A geração de ideias é outra área em que a IA se destaca. Com algoritmos avançados, a IA pode fornecer insights criativos e inovadores para os escritores, ajudando-os a encontrar inspiração e desenvolver enredos e personagens de maneira única. Isso estimula a criatividade e permite a criação de conteúdo original e envolvente para diversas plataformas e meios de comunicação. “A IA pode ser uma fonte valiosa de inspiração e assistência para os escritores, oferecendo insights criativos e facilitando o processo de escrita.” Outra área em que a IA se mostra extremamente útil é a pesquisa e verificação de fatos. Com acesso a um vasto volume de dados e informações na internet, a inteligência artificial pode agilizar a pesquisa, auxiliando os escritores a localizar referências e dados pertinentes com simplicidade. Além disso, a IA também pode verificar a precisão e a confiabilidade das informações, garantindo a veracidade dos fatos apresentados no conteúdo. A personalização de conteúdo é um aspecto essencial na escrita contemporânea, e a IA pode ser uma grande aliada nesse sentido. Através da análise das preferências e comportamentos do público, a IA pode auxiliar os escritores a personalizar o conteúdo, tornando-o mais relevante e impactante para cada segmento. A IA como aliada do escritor oferece inúmeras possibilidades e benefícios. No entanto , é crucial enfatizar que a criatividade, a originalidade e a voz autoral continuam sendo características essenciais para os autores. A IA pode auxiliar e potencializar o trabalho dos escritores, mas é uma habilidade humana de contar histórias e expressar emoções que realmente cativam os leitores e fazem a diferença. O avanço da IA ​​na escrita está apenas no começo, e seu potencial é imenso. A tecnologia continuará evoluindo e oferecendo novas oportunidades para aprimorar e agilizar o trabalho dos escritores. No entanto, é fundamental encontrar um equilíbrio entre a automação e a criatividade humana , garantindo que a personalidade e a voz autoral sejam preservadas. A IA pode ser uma aliada valiosa, mas é a combinação entre a tecnologia e o talento dos escritores que construirão o futuro da escrita. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, biógrafo e gestor editorial. Autor de 22 (vinte e dois) livros publicados. (62) 99635-8005

segunda-feira, 25 de agosto de 2025

ASAS DO ESQUECIMENTO (*)

Chega o Ciclo, provavelmente, o último. Eis um novo cenário. a peça teatral é a mesma, o protagonista, idem. E começamos, inevitavelmente, a gritar em silêncio, a manifestar-se em desacordo, o contraditório, (sutil) da frieza humana. E nas últimas três décadas o aumento (inacreditável?) de "pet shops"... E Saramago? Me salve, por favor! Da vida ávida, insossa, sem sabor: indolor, a física dor e moralmente sentimos tropeços lancinantes; dores na alma... Vai passar? E daí? Apenas, cinzas, névoas, neblinas e fascinação pelo insólito? Universo paralelo de duendes, gnomos ; os gomos dos pessegueiros. Sigo assim, o mineiro-menino, moço-velho... Agora? Sem ilusões, utopias e muito menos o sonho de consumo do "Santuário dos Pássaros"... Nesse "Ciclo", perdi os círculos rosacruzes, maçônicos, católicos, kardecistas, daimistas, cataristas, entre outros. Resta o olhar vago e o andar lento e trôpego. Minhas três referências? Foram enterradas e seus túmulos? Não visitados pelo velho andarilho da "florestrela": Pai Fabião, mãe Adília e o meu padrinho literário, "meu velho guru", meu melhor amigo, fráter cósmico Paulo Nunes Batista; e, por fim, o "mano velho" Eustáquio Santana, que me deixou sem vou, Voo, em Curitiba, para o funeral dele. Os quatro fazem tanta falta ao Planeta blue e, especialmente, ao meu coração. Um homem fragmentado. Machucado em suas próprias feridas e armadilhas promovidas pelo "si mesmo", Silêncio e Aurora e o meu Crepúsculo (minha página crepuscular), inauditas vozes silentes... E por quê sofremos? E tanto medo? E receio e incuráveis dúvidas. Não obstante, a vastidão de experiências e conhecimentos! Se tiver que vir, é inevitável, ela virá: a Terceira e Última Guerra Mundial. De empresário editorial, dono de revista e jornal; eis-me aqui. Aposentei-me de mim? E por que tanto desapego antes da reta final? Concordo com o vale de lágrimas da poeta Adélia Prado, um misto de São Francisco de Assis (um dos maiores representantes de Cristo Jesus) e, por fim, santa Teresa de Calcutá: "O que importa não é entre você e o povo mas, entre você e Deus - O Altíssimo. Me apego. Apago? Oro. Choro. E lembro há tanto tempo de meus devaneios com Hórus - o filho de Ísis e Osires, meu Egito de Luzes e sombras na história humana; greco-romana. Eu me recordo mais da fazenda "Aldeia de Cima" que me basta. Paracatu? Já superei. Quando colaborei com a criação fundação da ALNM - Academia de Letras do Noroeste de Minas... Fui usado até ao ponto em que, com o passar dos anos, não fui mais útil. Ainda que, ocupei a cadeira número 2, acadêmico empossado em 20 de outubro de 1997, um dia antes de papai ir para o Plano Infinito. Drummond? Fez bem em não aceitar o convite! Guimarães Rosa? Aceitou! E três dias depois, estava morto! Senhores acadêmicos medíocres e hipócritas: não há imortalidade. Nesse sentido, e sem academicismo espúrio, deixei um legado: a publicação do meu livro de autoajuda e meu único best-seller, encontrável em todo o país, mormente nas Capitais, "Ventos Fortes, Raízes Profundas", Madras Editora, São Paulo, capital. Agora? A tela branca e as letras escuras em meu notebook, ouvindo Debussy. Avoé, São João da Cruz e a sua inquietante "Noite Escura da Alma", transformada em música pela notável Loreenna, de descendência celta. A noite chega. E amanhã eu trabalho. Labor? Lembro Rimbaud. Sonhos azuis? Pouco provável. Sonhando com o meu quarteto "mágico": Adília, Fabião, Eustáquio e Paulo Nunes Batista, já é um enorme ganho insólito e inigualável. Um prêmio inesperado da "mega" da virada. Seres na Luz compõem a minha sinfonia do inefável! Gratidão a Adília Santana, Fabião Couto e Paulo Nunes Batista e ao "mano velho" Eustáquio Santana. Protagonistas. Sei que eu também tenho o direito de embarcar na Nave-Mãe, eternamente anonymmous e coadjuvante. (* EUGENIO SANTANA é fráter, escritor, filósofo, crítico literário, biógrafo, jornalista e gestor editorial; 22 livros publicados, entre os quais existe um best-seller "Ventos Fortes, Raízes Profundas", Madras, SP - (62) 99635-8005 - WhatsApp)

CADÊ O HOMEM DE CHEGADAS E PARTIDAS?

CADÊ O HOMEM DE CHEGADAS E PARTIDAS? Sumiu para a Hungria; Nova Iorque, para uma reportagem kamikaze na Faixa de Gaza, num voo relâmpago a Paris? Provav
elmente, fui ABDUZIDO pelo CHOQUE DE REALIDADE! O que eu não sou mais: romântico, sensível, dom juan, convincente como aquele personagem de Oscar Wilde, em "O Retrato de Dorian Gray". CONTABILIDADE: Perdi 700 mil reais com 7 mulheres e quatro filhas(os). Fui depenado, literalmente. Restou algo precioso: CONHECIMENTO! Meu tesouro inescapável. (EUGENIO SANTANA)

domingo, 24 de agosto de 2025

A LENDA DO PAR IDEAL NOS RELACIONAMENTOS AFETIVOS (*)

Excesso de expectativas e busca por um parceiro sem defeitos podem sabotar vínculos. Entender limites e aceitar diferenças é fundamental. Qual a metade da sua laranja ou a tampa da sua panela? O que chamamos de “par perfeito” coloca numa caixinha (às vezes cheia de surpresas) pessoas que têm ou não as características físicas e emocionais desejadas nos relacionamentos. Tipificar, no entanto, pode levar à construção de uma relação com pessoas que dificilmente corresponderão tudo que foi idealizado. De forma geral, os relacionamentos costumam começar pela atração física, mas esse é apenas o primeiro nível. Apaixonar-se, por outro lado, exige camadas mais profundas que envolvem o amor: amizade, admiração, respeito. É como julgar o livro pela capa. Uma ilustração bonita e um título chamativo encantam, mas o conteúdo deve ser consistente para que a obra seja considerada realmente especial. Muitas outras características – físicas ou de personalidade – podem despertar o interesse e a paixão, como inteligência, bom humor e gentileza. Há quem, ao ver apenas a capa, comece a construir uma narrativa que não está presente dentro das páginas. Um começo, meio e fim já predefinidos na imaginação, mas que não condizem com a realidade dos envolvidos. Esse tipo de idealização romântica não é saudável para nenhuma das partes, já que ninguém é perfeito e nem capaz de atender a todas as expectativas dentro de um relacionamento. De acordo com a psicóloga Zoe Alexandra Couto, a idealização tem forte influência das redes sociais. Por todos os lados, surgem pessoas com corpos ideais, relacionamentos que parecem perfeitos, personalidades envolventes… O “perfeito” virou tão comum na internet que nos esquecemos que não existe alguém capaz de dar “match” com todas as exigências criadas. “Um relacionamento saudável só nasce a partir da disponibilidade de lidar com o real, com a consciência de que qualquer pessoa sempre terá aspectos positivos e negativos, algo que não se consegue perceber apenas vendo postagens cheias de filtros e editadas para agradar”, afirma Zoe Alexandra. “É no dia a dia da rotina que conhecemos o outro. Mas, para isso, precisamos estar sinceramente dispostos a enxergar o outro para além das nossas fantasias.” É no cotidiano que a compatibilidade se revela: nas conversas, nas decisões e na forma de lidar com os problemas. “Idealização romântica é como uma fotografia: bonita, mas estática”, aponta Helena Ribeiro, fundadora da Welucci, empresa de casamentos e eventos. Independentemente de o parceiro ou parceira ter surgido entre amigos em comum, em aplicativos ou por coincidência do destino, todo relacionamento exige tempo e, depois, manutenção. “As redes sociais e os aplicativos encurtam distâncias, mas também podem acelerar processos que precisam de tempo. É maravilhoso ter acesso a tantas pessoas, mas é preciso filtrar, porque uma conexão verdadeira exige presença, escuta e vivência, e isso nenhum aplicativo consegue substituir”, diz Helena Ribeiro. “O relacionamento verdadeiro é um filme, cheio de cenas lindas e outras mais desafiadoras. Para cultivar algo duradouro, é preciso paciência, respeito e, principalmente, propósito em comum. O amor é essencial, mas sozinho ele não sustenta.” A construção de um imaginário coletivo do “par perfeito” nos relacionamentos, do casamento dos sonhos e da vida a dois tem forte impacto na forma como as relações começam e se desenvolvem. “O ‘par perfeito’ é uma ideia muito sedutora, mas também muito perigosa. Já vi casais investirem tempo e dinheiro em um casamento dos sonhos, mas esquecerem que o sonho não é só o dia da festa, mas sim o que vem depois. Às vezes, essa busca pelo ideal ofusca a realidade, e quando o encanto do evento passa, percebem que não havia base sólida para sustentar a relação”, reflete Helena Ribeiro. Construir um vínculo genuíno vai muito além da atração física e sexual: requer intimidade emocional, respeito e parceria. Trata-se de um processo mútuo de entrega e dedicação – independentemente da história que deu início ao casal. “Cada relacionamento é único. Todo dia é um recomeço que nos permite fazer novas escolhas. Se conseguíssemos exercitar o estado de presença, o aqui e agora, não importaria quantas decepções tivemos no passado. Sempre haveria a possibilidade de criar uma relação mais leve e saudável”, ressalta Zoe Alexandra. (*) EUGENIO SANTANA é Escritor, jornalista, filósofo, biógrafo e gestor editorial. Autor do best seller "Ventos Fortes, Raízes Profundas", Madras editora, de autoconsciência, autorrealização, afetividade e crescimento pessoal.. À venda em todas as livrarias brasileiras, Argentinad, Chilenas e Uruguaias. (62) 99635-8005 - WhatsApp.

domingo, 10 de agosto de 2025

MEU AMADO, QUERIDO, AMIGO, COMPANHEIRO, CÚMPLICE...

Meu amado, querido, amigo, companheiro, parceiro, cúmplice e mestre FABIÃO COUTO: Lembranças incríveis, Saudades indescritíveis. Aos cinco (5) anos aprendi tanto com o Sr. nas suas quatro (4) Fazendas de nossas Minas Gerais (Paracatu). prazeroso Cavalgar, Pescar, Plantar, Cuidar dos seus bois e boiadas. É por isto que eu tenho um pé nas florestas e nas urbes cosmopolitas. Perdão, pai. Gratidão, pai. Amor infinito! (Escritor/jornalista/filósofo Eugenio Santana, FRC) até o seu nome e de minha mãe são singulares: Fabião & Adília - Almas irmãs)

sábado, 5 de julho de 2025

PÁSSAROS DA AURORA (*)

Estar vivo é milagre permanente. Por muito pouco a vida se esvai: um coágulo de sangue no cérebro, um tropeção, o vírus, a bala perdida, o acidente de trânsito. A cada aurora, o renascer. Agora sei por que o bebê faz manha à hora em que o sono começa a vencer-lhe a resistência. Teme a morte, a segregação do aconchego, o retorno às cavernas uterinas. O sono apaga-lhe os sentidos, a consciência, o (con)tato com mãos e olhares afetuosos. De minhas ranhuras brota delicado som de flauta e violino. Não sou dado ao absinto e sei que a vida é aposta. Todas as minhas fichas estão postas no tabuleiro dos deserdados e excluídos e na felicidade compartilhada. Jogo ao lado dos perdedores. É apenas isto que me interessa: ao faminto, o pão e a paz. De que valem todos os poderes do mundo se não enchem um prato de comida? De que valem todos os reinos se não plenificam a alma com o sabor do morango? Não sou predador de pássaros. Quero-os vivos, livres, o vôo esperto atravessando as asas do vento. Quero-os saltitantes entre as flores que cultivo no jardim da memória. Quero-os gorjeando sinfonias matutinas. Quero-os despertando-me, sem, contudo me provocarem a vertigem das alturas. Chega de abortos! Quero a vida despontando na cidadania plena, na obstinação dos inconformistas, na ociosidade intemporal dos mendigos, nas mulheres condenadas a bordar dores incolores, na despossuída humilhação dos que suplicam por um pedaço de terra, de chão, de casa, de direito. Tenhamos todos acesso à vida, distribuída com fartura como pão quente pela manhã, sem jamais temer as intermitências da morte. D/amor/te. Quero um tempo de livros saboreados como pipoca, o corpo saciado de apetites, a mente livre de dúvidas, a alma matriculada num corpo de baile, ao som dos mistérios mais profundos. E de pássaros orquestrados pela aurora, rios desnudados pela transparência das águas, pulmões exultantes de ar puro e mesa farta de manjares dionisíacos. Reparto meu pão com (sol)dados de afetos, dançarinos trôpegos de incertezas, duendes que povoam alucinados meu imaginário, musas incorrigíveis de meu fragmento literário, anjos protetores de minha frágil fé e místicos que revelam o pior de mimesmo. Neste mundo desencantado, mas não redimido, neles sorvo a minha regeneração como as anfípodas que, no fundo mais profundo dos oceanos, se banqueteiam de flocos de matéria orgânica. (*) EUGENIO SANTANA é Escritor, Jornalista. filósofo, crítico literário, Membro da ADESG-DF – Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, colaborador do Greenpeace-SP. Autor de 21 Livros publicados, incluindo o best seller, "Ventos Fortes, Raízes Profundas", Madras Editora, à venda em todas as livrarias brasileiras. WhatsApp: (62) 99635-8005