sexta-feira, 28 de novembro de 2014

O PÁSSARO E A CORUJA (*)

QUEM ENTRAR AQUI ME HONRARÁ. QUEM NÃO ENTRAR ME PROPORCIONARÁ UM ÊXTASE INDESCRITÍVEL – Baseamos nossa autoestima na imagem que os outros têm de nós. Quem não permite que sua felicidade dependa da aprovação alheia está sempre no melhor dos mundos. Certo dia, uma coruja encontrou um pássaro que lhe perguntou: - Aonde você vai? - Estou me mudando para o leste – disse a coruja. - Por quê? – perguntou o pássaro. - As pessoas aqui não gostam muito dos sons que eu faço. Por isso vou para o leste. - Se puder mudar sua voz, tudo ficará bem. Mas, se não puder, mesmo indo para o leste, vai acontecer a mesma coisa, pois as pessoas de lá também não vão gostar. (*) Copydesk/Fragment by Escritor/Jornalista EUGENIO SANTANA, FRC – Registro MTb 1319/JP

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

PARA SER CRIATIVO NÃO PRECISA SER ORIGINAL (*)

A maioria das pessoas não se considera criativa. Muitas vêem essa característica apenas nos outros: “Minha irmã é criativa, ela pinta quadros”, ou “Meu pai é criativo, ele canta e compõe músicas”. Mas todos nós somos criativos. Um dos motivos pelos quais não acreditamos nisso é porque costumamos associar ser criativo com ser original. Mas o fato é que criatividade não tem nada a ver com originalidade – e sim com o inesperado. Você não precisa ser original para ser criativo. Na verdade, ajuda bastante saber que ninguém é original. O próprio Mozart, por exemplo, disse que jamais escreveu uma melodia original em sua vida. Eram todas combinações de melodias populares antigas. Se você acredita que foi feito à imagem do Criador, deve, portanto, ser criativo. E, se estiver disposto a enxergar a si mesmo como uma pessoa criativa, comece agora a cultivar a criatividade em tudo que faz. Dedique-se a inventar soluções inesperadas para os desafios que a vida lhe apresenta.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, publicitário, relações públicas, copidesque e revisor de textos. Cinco livros publicados, incluindo de autoajuda, autoconhecimento e autorrealização. Membro efetivo da ALNM – Academia de Letras do Noroeste de Minas, cadeira número 2 e, desde 1989, é sócio efetivo da UBE – União Brasileira de Escritores. Arquivado em seu portfólio mais de dezoito prêmios literários, em âmbito nacional. Mineiro de Paracatu. Radicado em Brasília. Contato: autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/WhatsApp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

domingo, 23 de novembro de 2014

A AFINIDADE ENTRE AS PESSOAS FAZEM COM QUE SE REENCONTREM EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO (*)

EM UM ARTIGO DEDICADO à sincronicidade – a teoria das casualidades exposta por Jung – existe uma citação de Ernesto Sábato para explicar que as coincidências têm mais a ver com a afinidade do que com uma obscura lógica da sorte. Vamos tomar como exemplo dois amigos que conviveram por muito tempo, mas se separaram ao irem morar em países diferentes. Por mais estranho que pareça, eles terão grande possibilidade de se reencontrar em qualquer lugar do mundo que visitem. E isso acontece por uma razão muito simples: se eles têm gostos e hábitos parecidos, não é improvável escolherem viajar para a mesma cidade – Tóquio, por exemplo – na mesma época do ano. Uma vez ali, como os dois têm referências parecidas, irão aos mesmos lugares, no mesmo período do dia. Quando, após anos sem se ver, se encontram de repente em uma livraria para estrangeiros no bairro de Ginza, os dois dizem: “Que coincidência!” Mas, na verdade, não poderia ter sido de outra forma. Por outro lado, como diz Sábato, duas pessoas muito diferentes podem viver uma ao lado da outra e não se encontrarem nunca, nem mesmo na própria rua.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, publicitário, relações públicas, copidesque e revisor de textos. Cinco livros publicados, incluindo de autoajuda, autoconhecimento e autorrealização. Membro efetivo da ALNM – Academia de Letras do Noroeste de Minas, cadeira número 2 e, desde 1989, é sócio efetivo da UBE – União Brasileira de Escritores. Arquivado em seu portfólio mais de dezoito prêmios literários, em âmbito nacional. Mineiro de Paracatu. Radicado em Brasília. Contato: autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/WhatsApp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

STEVE JOBS: A INOVAÇÃO É O QUE DIFERENCIA O LÍDER DE UM SEGUIDOR (*)

ALÉM DE OTIMISTA, STEVE JOBS era como uma Fênix. Ao longo da vida, ressurgiu das cinzas em diferentes ocasiões – e sempre com força renovada. Ele afirmava que é possível tirar proveito de tudo o que nos acontece na vida. Uma experiência negativa hoje pode ser o começo de algo positivo no futuro. O criador da Apple foi um filho indesejado de uma mãe solteira. Logo após seu nascimento, a mãe biológica entregou-o para adoção. Pode não ter sido um bom começo para a vida de Steve, mas isso deu a ele a oportunidade de ser criado por pais humildes e trabalhadores, e sempre se sentiu muito orgulhoso deles. Os sacrifícios econômicos da família lhe permitiram entrar na universidade. Porém sua trajetória acadêmica não durou muito – seis meses depois, decidiu abandoná-la. Sentia-se perdido e desorientado. “Aquele momento foi aterrorizante”, ele contou, “mas olhando para trás, foi uma das melhores decisões que já tomei”. Steve resolveu continuar assistindo apenas às aulas abertas que lhe interessavam. Como a de caligrafia, por exemplo. Quase dez anos se passaram até que Steve pudesse aplicar seus conhecimentos de caligrafia para projetar o primeiro computador Macintosh. Se não fosse seu interesse por aquelas aulas, “e provável que nenhum computador pessoal tivesse essa tipografia maravilhosa”, declarou. Aos 20 anos, centrou sua vida em uma paixão: a criação da Apple. Ele e um amigo, Woz, começaram a trabalhar na garagem da família de Steve. Trabalharam duro, a empresa cresceu até alcançar números inesperados. Deixou de ser um negócio entre dois amigos: entrou na Bolsa, tinha mais de quatro mil funcionários, acionistas e um conselho administrativo. O volume de negócios era tão grande que Steve precisou contratar um amigo economista para que o ajudasse a dirigir a companhia. Quando Jobs completou 30 anos, as vendas da Apple não haviam alcançado as previsões iniciais e ele achou melhor retomar o controle da empresa. Mas aquele seu amigo economista, com o aval do conselho administrativo, não lhe deu o apoio necessário. Jobs acabou sendo demitido da empresa que ele mesmo havia criado. “Foi um remédio amargo, mas acho que eu, como paciente, precisava disso”, reconheceu mais tarde. Esse acontecimento fez com que ele amadurecesse e se concentrasse em um novo trabalho, que o faria recuperar seu otimismo. Em vez de ficar deprimido, Jobs se sentiu livre para renovar o interesse e o amor pelo que fazia. Não havia outra solução: ia começar de novo. O resultado foi a criação de outra empresa, a NeXT, que surgiu a partir da intenção de fazer computadores melhores que os da Apple. Após oito anos, teve que abandonar o projeto e se concentrar na área de software. Deu impulso, então, a outra companhia, a Pixar, que gerou o primeiro longa-metragem da história feito inteiramente com computação gráfica: Toy Story. A Pixar se tornou uma empresa de grande sucesso, uma referência no mundo da animação. Enquanto isso, a antiga empresa de Jobs, a Apple, sentia falta de um software moderno que a tornasse mais competitiva em comparação com o Windows. A companhia realizou um concurso para a criação de um novo software. Ironicamente, o vencedor foi Jobs com sua empresa NeXT e ele voltou para a Apple, com o objetivo de reconquistar o controle da companhia. E enfim conseguiu. Steve Jobs sofreu outro golpe quando foi diagnosticada uma doença gravíssima que lhe daria apenas mais seis meses de vida. Parecia que seu fim havia chegado. Depois de ser submetido a uma biópsia, suas esperanças se renovaram. Ele foi operado e venceu a doença momentaneamente. “Saber que vou morrer em breve é a ferramenta mais importante que encontrei para tomar as grandes decisões de minha existência”, disse ele. No discurso de formatura de jovens universitários, Jobs afirmou: “Estou convencido de que nada disso teria acontecido se não tivessem me demitido da Apple. Não percam a fé. O trabalho vai preencher grande parte de suas vidas, e o único modo de se sentirem de fato satisfeitos é fazer aquilo que vocês acreditam que vale a pena. e a única forma de fazer um trabalho que vale a pena é amar o que vocês fazem. Se ainda não o encontraram, continuem procurando. Tenham a coragem de seguir seu coração e sua intuição, pois de algum modo eles já sabem o que vocês realmente querem ser. Todo o resto é secundário”.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, publicitário, relações públicas, copidesque e revisor de textos. Membro efetivo da ALNM – Academia de Letras do Noroeste de Minas, ocupante da cadeira número 2, e, desde 1989 é sócio da UBE – União Brasileira de Escritores. Mantém em seu portfólio mais de dezoito prêmios literários, em âmbito nacional. Autor de livros publicados, entre os quais um de autoajuda, autoconhecimento e autorrealização. Mineiro de Paracatu. Radicado em Brasília-DF. Contato: autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/Whatsapp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

MAHATMA GANDHI: SE QUERES MUDAR O MUNDO, MUDA-TE A TI MESMO (*)

MAHATMA GANDHI NASCEU NO DIA 2 de outubro de 1869 na cidade litorânea de Porbandar, na Índia. Filho do primeiro-ministro local e de uma mãe que a família como principal ocupação, Gandhi herdou dela a extrema religiosidade. Essa fé iria permitir que ele alcançasse conquistas sociais que ninguém jamais havia imaginado. Gandhi se tornou um caso único entre os revolucionários de todo o mundo. Influenciado por Leon Tolstói e pelos jainistas – que defendiam o pacifismo para todos os seres vivos – seus princípios tinham como fundamento a não violência. Foi um estudante medíocre. Aos 13 anos, seguindo a tradição hinduísta, casou-se com uma menina de 14. Aos 19 já era pai de um filho e foi estudar em Londres, onde começou a se interessar pelo cristianismo e sintetizou os preceitos do budismo, do cristianismo, do islamismo e do hinduísmo. O retorno para a Índia não foi nada fácil. Em 1893, uma empresa muçulmana lhe ofereceu um emprego em Durban, na África do Sul. Lá, Gandhi descobriu como a comunidade hindu era subordinada e maltratada pelos ingleses, que visavam tirar deles até o direito ao voto. Diante desta ameaça, Gandhi organizou um movimento de resistência de seus compatriotas. A luta que empreendeu na África do Sul serviria de modelo para o que viria a fazer anos depois em seu país de origem. Sem deixar de sonhar com um mundo mais justo, em 1904 Gandhi mudou seu modo de agir: passou a levar uma vida austera, baseada na ação não violenta. Instaurou novos métodos de lutas (greves de fome), ainda rejeitando a luta armada e pregando a não violência como meio de resistência ao domínio britânico. Como ele mesmo defendia: “Não existe caminho para a paz; a paz é o caminho”. Após grandes conquistas que obteve na África do Sul em prol dos direitos dos cidadãos, Gandhi voltou para a Índia em 1915 como herói. Começava ali uma luta que ele sustentaria por toda a sua vida: a batalha contra as injustiças do hinduísmo e a favor dos intocáveis, o grupo dos trabalhadores braçais. O ano de 1919 marcou sua entrada para a política. Foi o início da greve geral terminou com um massacre cometido pelos ingleses. A tenacidade e o otimismo de Gandhi em relação ao futuro o transformaram em um líder poderoso e o levaram à presidência do Congresso Nacional Indiano, partido ligado ao movimento a favor da independência. Sua capacidade de mobilizar as massas o ajudou a organizar campanhas de desobediência civil, como a recusa ao pagamento de impostos e o boicote às autoridades – atos que acabaram provocando sua prisão. A partir desse momento, ele abandonou a política para se tornar um líder espiritual. Esta é a outra capacidade dos otimistas: saber reinventar-se para conquistar objetivos cada vez mais ambiciosos. No dia 26 de janeiro de 1930, Gandhi assumiu a direção da campanha de não violência para a independência da Índia, após uma greve geral bem-sucedida. A reivindicação era o não pagamento de impostos, depois que o governo britânico nomeou uma comissão encarregada de reformar a Constituição, na qual não havia nenhum indiano. Pouco depois, Gandhi deu início ao que ficou conhecido como a Marcha do Sal. Ele e mais 79 pessoas caminharam cerca de quatrocentos quilômetros em protesto contra a proibição inglesa de extração de sal no território indiano. Chegando à beira do mar, 25 dias depois, pegou um punhado de sal para si, gesto repetido por todos os seus seguidores. A notícia da Marcha deu a volta ao mundo como a maior manifestação pacífica contra os impostos que eram aplicados a esse produto. Durante a Segunda Guerra Mundial, Gandhi ressurgiu no cenário político para exigir novamente a independência da Índia. Mais uma vez, ele acabou na prisão, de onde saiu em 1944. Depois que a independência indiana finalmente foi alcançada, Gandhi tentou reformar a sociedade, apostando na integração das castas consideradas inferiores. Ao longo da vida, Gandhi recorreu diversas vezes à greve de fome como forma de pressionar o poder político, deter a violência ou chamar a atenção das massas. A falta de humanidade do sistema social, que condenava certas camadas da população à indigência absoluta, fez com que a abolição das castas se tornasse uma meta fundamental dos esforços desse notório pacifista. Seu otimismo em fazer um mundo melhor nunca o abandonou: “Não existem limites quando sabemos o que devemos fazer e estamos dispostos a dar o que temos de melhor”.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, publicitário, relações públicas, copidesque e revisor de textos. Membro efetivo da ALNM – Academia de Letras do Noroeste de Minas, ocupante da cadeira número 2, e, desde 1989 é sócio da UBE – União Brasileira de Escritores. Mantém em seu portfólio mais de dezoito prêmios literários, em âmbito nacional. Autor de livros publicados, entre os quais um de autoajuda, autoconhecimento e autorrealização. Mineiro de Paracatu. Radicado em Brasília-DF. Contato: autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/Whatsapp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A CAIXA DE PANDORA (*)

A mitologia grega conta que Pandora abriu a tampa da caixa proibida e aproximou o rosto da pequena abertura, mas teve que se afastar rapidamente, espantada. Uma fumaça densa e negra saía da caixa em espirais enquanto mil horríveis fantasmas se formavam naquelas nuvens que invadiam o mundo e escureciam o Sol. Eram todas as doenças, as dores, os horrores e os vícios do mundo. Todos saíam da caixa de forma violenta, entrando nas tranqüilas moradas dos homens. Pandora tentou fechar a caixa e evitar que mais males escapassem, para remediar o desastre, mas foi em vão. O destino inexorável se cumpria e, desde então, a vida dos homens foi assolada por todas as desventuras desencadeadas por Zeus. Quando a fumaça se desfez e a caixa parecia vazia. Pandora olhou para dentro dela e viu um lindo passarinho de asas cintilantes. Era a Esperança. Ela se apressou em fechar a caixa, impedindo que a Esperança escapasse também. Dessa forma, a Esperança se conserva guardada no fundo de nosso coração.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, autor de livros publicados, jornalista de mídia impressa, ensaísta e relações públicas. Membro efetivo da ALNM - Academia de Letras do Noroeste de Minas, sócio efetivo da UBE – União Brasileira de Escritores. Aos 11 anos comecei a ler Aristóteles, Spinoza, Platão, Schopenhauer, Freud, Jung, Gibran, Nietzsche, Hermann Hesse, Krishnamurti, Shakespeare e Rousseau. Escrevo e publico objetivando a auto-realização dos meus leitores. Busco a Transcendência por meio da Literatura. Escrever é a minha Missão. Contato: via e-mail autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/WhatSapp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

AO CONTRÁRIO DA COMUNICAÇÃO O SILÊNCIO É UMA FORMA SUTIL DE OFENDER (*)

A maior parte das guerras psicológicas é iniciada mais pelo que não se diz do que pelo que se diz. Vamos imaginar uma cena: A está chateado com B e parou de falar com B desde que este se esqueceu de lhe dar os parabéns pelo aniversário. A deveria ter dito: “Você não sabe que dia foi ontem?”, mas, como ficou magoado com a falta de atenção do amigo – que, na realidade, foi apenas um esquecimento – resolveu pagar na mesma moeda: o silêncio. B acabou se chateando com A, que de uma hora para outra deixou de atender seus telefonemas e, quando conseguiram se falar, não se mostrou nada gentil. São comportamentos infantis, porém muito mais comuns do que se imagina. Quantos casais brigam por mal-entendidos que duram dias ou meses até serem esclarecidos? A falta de comunicação também está na origem de muitos conflitos vividos no ambiente de trabalho. A palavra mais ofensiva e a carta mais grosseira são melhores e mais educadas que o silêncio. Não dizer as coisas a tempo é um importante fator de estresse no mundo tumultuado em que vivemos, pois possibilita interpretações equivocadas que acabam pesando contra nós.
É melhor expressar nossos sentimentos – mesmo sem encontrar as palavras adequadas – do que ofender com o silêncio. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, autor de livros publicados, jornalista de mídia impressa, ensaísta e relações públicas. Membro efetivo da ALNM - Academia de Letras do Noroeste de Minas, sócio efetivo da UBE – União Brasileira de Escritores. Aos 11 anos comecei a ler Aristóteles, Spinoza, Platão, Schopenhauer, Freud, Jung, Gibran, Nietzsche, Hermann Hesse, Krishnamurti, Shakespeare e Rousseau. Escrevo e publico objetivando a auto-realização dos meus leitores. Busco a Transcendência por meio da Literatura. Escrever é a minha Missão. Contato: via e-mail autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/WhatSapp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

AO SE TORNAR PERFECCIONISTA VOCÊ DESCOBRE A ARTE DA IMPERFEIÇÃO (*)

Se a consciência nos torna humanos, a imperfeição também é um traço distintivo de nossa espécie. Passamos mais tempo reparando erros do que construindo coisas de valor. Assumir essa característica da nossa condição nos ajuda a ser humildes e, o que é mais importante, nos faz tomar consciência de quanto ainda precisamos nos aprimorar. Todo fracasso ou erro nos ensina como fazer melhor. As pessoas mais inflexíveis e perfeccionistas sofrem as conseqüências de seus atos imperfeitos. Se algo dá errado, costumam colocar a culpa nos outros e ficam descontroladas quando alguém mostra qualquer falha que possam ter cometido. O homem que imagina ser completamente bom é um imbecil. É inútil querermos ser bons o tempo todo e fazer tudo certo – o que importa é estarmos dispostos a fazer um pouco melhor hoje do que fizemos ontem. A palavra japonesa wabi-sabi define a arte da imperfeição: no que é incompleto, irregular e antigo existem vida e beleza, pois aí está contido o desejo que a natureza tem de aprimorar a si mesma.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, autor de livros publicados, jornalista de mídia impressa, ensaísta e relações públicas. Membro efetivo da ALNM - Academia de Letras do Noroeste de Minas, sócio efetivo da UBE – União Brasileira de Escritores. Aos 11 anos comecei a ler Aristóteles, Spinoza, Platão, Schopenhauer, Freud, Jung, Gibran, Nietzsche, Hermann Hesse, Krishnamurti, Shakespeare e Rousseau. Escrevo e publico objetivando a auto-realização dos meus leitores. Busco a Transcendência por meio da Literatura. Escrever é a minha Missão. Contato: via e-mail autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/WhatSapp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

AMIZADE SELETIVA (*)

Afaste-se dos amigos que não apóiam as mudanças positivas em sua vida. Alguns terão inveja e medo sempre que você tentar dar um salto. Verão sua motivação como uma condenação a eles próprios, que ainda não chegaram a esse nível. De formas sutis, tentarão puxá-lo para baixo, para voltar a ser quem era antes. As pessoas com quem você passa o tempo mudam sua vida de uma forma ou de outra. Se estiver sempre rodeado de cínicos, eles o colocarão para baixo. Se andar com pessoas que apóiam sua escolha de ser feliz e bem-sucedido, terá começado bem no caminho para a realização. Ao longo do dia, temos muitas oportunidades de escolher as pessoas com quem vamos estar e conversar. Não fique parado na mesa do cafezinho falando mal dos outros só porque os colegas também estão fofocando. Isso vai lhe extrair muita energia e sufocar seu otimismo. Todos sabemos quem é capaz de nos colocar para cima e quem nos deprime. Você tem todo o direito de começar a ser mais cuidadoso com as pessoas com quem convive. Faça uma lista de amigos e conhecidos em cuja companhia você se sente mais vivo, feliz e otimista. Escolha um deles e tente encontrá-lo essa semana. Quando você conversa com uma pessoa negativa, as possibilidades parecem desaparecer. Um senso de fatalismo um tanto deprimente toma conta do diálogo. Não surgem idéias novas nem um humor original. Por outro lado, o entusiasmo pela vida é algo contagiante, e conversar com uma pessoa positiva sempre nos leva a enxergar mais e mais as oportunidades da vida.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, publicitário, relações públicas, copidesque e revisor de textos. Cinco livros publicados, incluindo de autoajuda. Imortal da ALNM – Academia de Letras do Noroeste de Minas, e, desde 1989, é sócio efetivo da UBE – União Brasileira de Escritores. Arquivado em seu portfólio mais de dezoito prêmios literários, em âmbito nacional. Mineiro de Paracatu. Radicado em Brasília. Contato: autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/WhatsApp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

domingo, 9 de novembro de 2014

A FELICIDADE É EFÊMERA E VOLÁTIL (*)

A FELICIDADE É FRÁGIL E VOLÁTIL, pois só é possível senti-la em certos momentos. Na verdade, se pudéssemos vivenciá-la de forma ininterrupta, ela perderia o valor, uma vez que só percebemos que somos felizes por comparação. Após uma semana de céu nublado, um dia de sol nos parece um milagre da Criação. Do mesmo modo, a alegria aparenta ser mais intensa quando atravessamos um período de tristeza. Os dois sentimentos se complementam, pois, da mesma forma que a melancolia não é eterna, não poderíamos suportar 100 anos de felicidade. Imaginar que temos obrigação de ser felizes o tempo todo e em todo lugar é um grande fator de estresse na sociedade moderna. A negação da tristeza dispara o consumo de antidepressivos e a busca de psicoterapia e nos leva a adquirir coisas de que não precisamos. Não exibir um sorriso permanente parece ser motivo de vergonha. A felicidade vem em lampejos e tentar fazer com que ela dure para sempre é aniquilar esses lampejos que nos ajudam a seguir em frente no longo e tortuoso caminha da vida.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, autor de livros publicados, jornalista de mídia impressa, ensaísta e relações públicas. Membro efetivo da ALNM - Academia de Letras do Noroeste de Minas, sócio efetivo da UBE – União Brasileira de Escritores. Aos 11 anos comecei a ler Aristóteles, Spinoza, Platão, Schopenhauer, Freud, Jung, Gibran, Nietzsche, Hermann Hesse, Krishnamurti, Shakespeare e Rousseau. Escrevo e publico objetivando a auto-realização dos meus leitores. Busco a Transcendência por meio da Literatura. Escrever é a minha Missão. Contato: via e-mail autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/WhatSapp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

AUTOSSABOTADORES (*)

PESSOAS COM EU AUTOSSABOTADOR são carrascos de si mesmas. Um Eu com essas características precisa desesperadamente aprender a ter um caso de amor com suas qualidades. Milhares de mulheres com sobrepeso têm um Eu autossabotador. Elas fazem regime, lutam para emagrecer e, depois de muito esforço, obtêm êxito. Entretanto, não mantêm o peso nem se jubilam com sua vitória. Uma pessoa autossabotadora vive se aterrorizando, se atormentando com fatos que ainda não aconteceram ou gravitando na órbita dos problemas que já passaram, lamentando perdas, fracassos, injustiças. Pode dar chances para os outros quando erram, mas raramente se dá uma nova chance. Um dos mais graves defeitos da personalidade de um Eu autossabotador é a autocobrança. Quem cobra demais de si retira o oxigênio da própria liberdade, asfixia sua criatividade. Uma das mais graves conseqüências de quem cobra excessivamente de si mesmo é aumentar os níveis de exigência, o que o impede de relaxar, sentir-se realizado, satisfeito, feliz. Eles sabotam suas férias, seus finais de semana, seus feriados, seu sono, seus sonhos. (Copydesk/Fragment by Jornalista Eugenio Santana, FRC – Registro MTb 1319/JP)

terça-feira, 4 de novembro de 2014

LEMBRANÇA ESTRANHA (*)

“Que coisa insólita”. Eram exatamente essas as palavras que eu tanto repetia naquela noite antiga que lembro agora. O vinho tinto seco, a comida no prato e, sobre a mesa, a tragédia dos desencontros do casal que éramos, no restaurante Gourmet Grill que tanto freqüentávamos. Era nessa rua íngreme de muros revestidos de musgos. Hoje não existe mais o local nessa tentativa do localizar. Meus faróis, baixos... Insólito, olhar agora, daqui de dentro deste carro vermelho, ao lado desta mulher, essa cena do passado. Sou capaz de me ver, chorando, sair do restaurante acompanhado dela, que também chorava copiosamente. A vida ávida não é como a gente deseja e quer, é como ela se apresenta e nos faz seguir. Inseguros. Puros. Vulneráveis. Nostálgicos. Melancólicos ou mergulhados na neuroforia... Que insólito, como as coisas se acabam. Instantes que às vezes parecem ser tão fortes, intensos e intermináveis. Na vida, só a morte realmente encerra alguma coisa. Foi triste vê-la chorar, naquele dia. Não queria aquilo, fiquei sem saber o que fazer. Mas o que fazer, se pensava que estava tudo acabado? Tão acabado como o restaurante, o passado destruído materialmente. Desrespeito. Em outros lugares se preserva a história, a tradição. Acho que naquele dia ela teve até vontade de morre, impressionante como o amor pode machucar tanto. Será que hoje ela ainda vive, será que ela janta? Insólito. O carro vai andar, com a mulher ao meu lado. Já não posso mais ver o restaurante nas asas da memória, a rua foge do sinal. Cena de filme de Wim Wenders. Que coisa insólita, vontade de chorar, depois de tanto tempo. Inegável que se abandonam coisas bonitas.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, publicitário, relações públicas, copidesque e revisor de textos. Membro efetivo da ALNM – Academia de Letras do Noroeste de Minas, ocupante da cadeira número 2, e, desde 1989 é sócio da UBE – União Brasileira de Escritores. Mantém em seu portfólio mais de dezoito prêmios literários, em âmbito nacional. Autor de livros publicados, entre os quais um de autoajuda, autoconhecimento e autorrealização. Mineiro de Paracatu. Radicado em Brasília-DF. Contato: autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/Whatsapp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A DOR É INEVITÁVEL. O SOFRIMENTO É OPCIONAL (*)

Se o sofrimento chega à sua vida, você deve olhá-lo no olho e com a cabeça erguida. No filme “Gladiador”, o personagem interpretado por Russell Crowe, dizia algo parecido ao falar da morte: “Se a morte sorri para você, devolva o sorriso”. Diante da adversidade, ficar parado é submeter-se a ela. Se agirmos, em contrapartida, descobriremos que os obstáculos e os conflitos são, na realidade, trampolins que permitem que nos elevemos acima do nosso nível. Nunca nos conhecemos tão bem como quando enfrentamos problemas. Como disse Buda, “a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”. Não podemos evitar a dor, mas podemos decidir o que fazer com ela. Quando passamos por um momento de grande sofrimento podemos nos consolar tomando consciência de que a dor é temporária e que os bons tempos voltarão. Nos momentos críticos, é importante lembrar as épocas de serenidade, quando a vida parecia mais fácil. Depois da crise, às vezes despertar para uma nova vida é regressar àquilo que deixamos para trás e que nos trazia tranqüilidade e realização. Quando nos encontrarmos em meio a um naufrágio, vale a pena repensar naquilo que fomos para reencontrar os instrumentos que, em outras ocasiões, já nos salvaram e nos permitiram pisar em terra firme.
(*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, publicitário, relações públicas, copidesque e revisor de textos. Membro efetivo da ALNM – Academia de Letras do Noroeste de Minas, ocupante da cadeira número 2, e, desde 1989 é sócio da UBE – União Brasileira de Escritores. Mantém em seu portfólio mais de dezoito prêmios literários, em âmbito nacional. Autor de livros publicados, entre os quais um de autoajuda, autoconhecimento e autorrealização. Mineiro de Paracatu. Radicado em Brasília-DF. Contato: autoreugeniosantana9@gmail.com e Smartphone/Whatsapp: (61) 8212-3275 (TIM) e 9995-5412 (Vivo)