sexta-feira, 26 de setembro de 2014

UM CÃO COM OSSO NA BOCA, NEM O DONO TOCA (*)

Sim, eles ensinam, devemos ouvi-los com humildade. Existe muita arrogância e preconceito entre os seres humanos quando desvalorizam os animais, quando os tratamos como se fossem energias cegas, impulsos sem orientação, instintos comuns e primitivos, carentes de qualquer luz prática e inteligente: “Um cão com osso na boca, nem o dono toca”. Os animais domésticos costumam adquirir a neurose dos donos. Superalimentados, perdem graça e adoecem; presos, transformam-se em feras ameaçadoras. Desde o período neolítico, o cão é um cativo voluntário, o primeiro mamífero domesticado. Na mitologia grega aparece adestrado por Apolo, caçando com Artemisa, fiel companheiro de Ulisses e maltratado por Alcibíades, que procurava fama fazendo-o ladrar, com a cauda cortada, na feira. Corresponde ao cão o símbolo universal de mensageiro entre este mundo e os domínios de além-túmulo; comunica-se com facilidade com entidades não visíveis para os seus donos. É conveniente falar amigavelmente com nossos irmãozinhos. Um médico veterinário – o meu amigo Oliver – me enviou, como simpática colaboração, uma receita de vinte sábios “conselhos caninos”, que são benéficos, extraordinários, preventivos de qualquer doença. A tal ponto que seus clientes, incluindo minha irmã Graça, adoecem menos e lhe pagam honorários por manter-se em boa saúde. E todos contentes. É que, quando os irmãozinhos ensinam, devemos ouvi-los com humildade. “Se nós queremos conhecer os gansos... devemos viver com os gansos”. Afinal, conhecer é saborear.
(*) Copidesque/fragmento por EUGENIO SANTANA, Escritor laureado e premiado, autor de livros publicados; jornalista profissional de mídia impressa; ensaísta, publicitário, relações públicas e revisor de textos. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM), cadeira número dois; sócio efetivo da UBE/SC-GO – União Brasileira de Escritores. Escreve e publica a partir de 16 anos de idade, com um só propósito: transmitir Palavras de Luz que possam acrescentar algo na vida de seus leitores. Busca a Transcendência por meio da Literatura em seus variados gêneros. Escrever é a sua Missão. Contato via e-mail: autoreugeniosantana9@gmail.com , via fone/WhatsApp: (61) 8212-3275 (TIM)

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

PENSAR MENOS E SENTIR MAIS (*)

Fundamental mesmo é manter-se em sintonia com o coração. É silenciar a mente com freqüência. É meditar justamente onde o pensamento não está. Onde só tem lugar para a essência. Difícil? Com certeza. Mas com vontade e treino, é muito possível. E vale a pena. Inclusive, talvez seja um dos exercícios que mais dê sentido à vida. A gente pensa na tentativa de entender. E quer entender pra ter a sensação (absolutamente irreal, diga-se de passagem) de que temos o controle. Não temos! Vale a reflexão sobre duas afirmações. A primeira é do filósofo e matemático René Descartes. A segunda é da escritora e jornalista Clarice Lispector: "Penso, logo existo". "Não tente entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento". Fico, sem sombra de dúvidas, com a segunda. Aliás, tenho me exercitado cada vez mais para abandonar o vício da primeira. Não existo no meu pensamento. E disso tenho certeza. Existo quando, enfim, consigo me sintonizar com o que quero, o que sinto, o que sei de mim e da minha verdade, ainda que ela possa mudar. Existo não na sensação de que entendi, mas sim, na coragem que tenho de viver. Olhar adiante. Seguir o fluxo. Deixar rolar. Esse é meu mantra pessoal de amor. E quando consigo praticá-lo, através de atitudes, escolhas, palavras e comportamentos, SEMPRE dá certo! Seria ótimo se não carecesse de explicações. Mas talvez careça. Justamente porque ainda somos dependentes do pensamento. Saber o que você quer. Saber e querer estão além do pensar. Precisa de uma conexão com o coração, com a intuição, com o conhecimento de si e de sua história. Olhar adiante requer sintonia com a própria alma. E isso significa retirar da frente todos os pensamentos que não ajudam em nada. Que só contam histórias que nos paralisam. Que mentem para a nossa mente. Olhar adiante é conseguir enxergar o próprio horizonte. Seguir o fluxo: é parar de brigar com a vida. É confiar que não entendemos tudo. É abrir mão da tentativa de controlar. É escorregar no agora, aqui, neste momento. É estar inteiro, julgando menos, muito menos. E sentindo mais, muito mais. É absorver o que está acontecendo para saber o que fazer no próximo instante, quando ele for o presente. Deixar rolar: sabendo o que você quer, sem brigar com a vida, fazendo a sua parte de modo coerente com sua alma, deixar rolar é carregar em si a certeza de que cada dia sendo vivido é um minúsculo capítulo da grande e verdadeira história. Qual história? Não faço a menor idéia. E é por isso que deixo rolar. Assim, fica muito mais leve e muito mais intenso e profundo. Amor, para mim, é isso - sintonia. Sem as interferências que só servem pra fazer chiar tudo ao nosso redor. E se isso ainda lhe parecer vazio demais, acredite: é só porque você anda sentindo de menos e pensando demais. (*) Copidesque/fragmento por EUGENIO SANTANA - Escritor laureado e autor de livros publicados; jornalista profissional de mídia impressa; ensaísta, publicitário e editor. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM), cadeira número dois; sócio efetivo da UBE/SC-GO – União Brasileira de Escritores. Escrevo e publico a partir de 16 anos de idade, com um só propósito: transmitir Palavras de Luz que possam acrescentar algo na vida de meus leitores. Busco a Transcendência por meio da Literatura em seus variados gêneros. Escrever é minha Missão.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

SOMOS TODOS IGUAIS (*)

Você já parou para pensar como evitamos olhar nos olhos os estranhos que encontramos? Por quê? Temos medo deles? O que nos impede de abrir nossos corações a pessoas que não conhecemos? Eu não tenho as respostas para essas perguntas, mas sei que existe uma relação entre nossa atitude com estranhos e o nível geral de felicidade que experimentamos. Em outras palavras, é raro encontrar uma pessoa que ande por aí cabisbaixa, o cenho franzido, evitando as pessoas, e que seja, ao mesmo tempo, uma pessoa serena e cheia de alegria. Não estou querendo com isso dizer que é melhor ser extrovertido do que tímido, que você deva gastar quantidades extras de energia tentando abrilhantar o dia de outras pessoas, ou que você deva sempre parecer simpático. O que estou sugerindo é que se você parar para pensar que os estranhos são como você e os tratar não só com gentileza e respeito, mas olhando-os nos olhos, perceberá mudanças em você, também.
Você começará a ver que a maior parte das pessoas são exatamente como você – têm famílias, pessoas a quem amam, problemas, preocupações, gostos, desgostos, medos, e assim por diante. Vai perceber, igualmente, como as pessoas se tornam simpáticas e gentis quando você lhes estende a mão. Quando você percebe como SOMOS TODOS IGUAIS, entende que somostodosum. Em outras palavras, embora muitas vezes façamos coisas erradas, a maior parte de nós quer fazer o melhor dentro das circunstâncias que nos cercam. Perceber a inocência nas pessoas traz um sentimento profundo de felicidade interior. (*) EUGENIO SANTANA é membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, ensaísta, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autorrealização, autoconhecimento e autoajuda. Ex-Revisor de textos do jornal “Diário da Manhã” e Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (61) 8212-3275 (TIM)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

AS IMPRESSÕES DIGITAIS DE DEUS (*)

Nossa missão como seres humanos é encontrar o sagrado em situações que aparentam ser pouco sagradas. Quando aprendemos a fazer isso, aprendemos a nutrir nossas almas aladas. É fácil ver a beleza de Deus num pôr-do-sol magnífico, numa montanha encimada por neve, no sorriso de uma criança saudável, ou em ondas do mar batendo na areia de uma praia deserta. Mas será que sabemos ver o sagrado em circunstâncias aparentemente feias – lições difíceis da vida, tragédias familiares, na luta diária pela vida? Quando nossas vidas se enchem do desejo de ver o sagrado nas coisas de todos os dias, algo mágico acontece. Um sentimento de paz nos invade. Começamos a ver os aspectos enriquecedores da vida cotidiana, que antes estavam escondidos. Quando nos lembramos de que tudo traz as impressões digitais de Deus, isso é o suficiente para tornar tudo especial. Se nos recordamos deste fato espiritual quando estamos lidando com uma pessoa difícil ou lutando para pagar nossas contas, nossa perspectiva se amplia. É sempre útil lembrar que Deus também criou a pessoa com quem você esta lidando ou que, embora você esteja lutando para pagar suas contas, você é realmente abençoado por ter tudo o que tem.
Em algum lugar, no fundo de sua mente, tente sempre lembrar que tudo tem as impressões de Deus estampadas. O fato de não conseguirmos ver beleza em algo não quer dizer que ela não exista. O que talvez esteja acontecendo, é que não estamos olhando com tanto cuidado ou com a perspectiva ampla que deveríamos. (*) EUGENIO SANTANA é membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, ensaísta, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autorrealização, autoconhecimento e autoajuda. Ex-Revisor de textos do jornal “Diário da Manhã” e Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (61) 8212-3275 (TIM)

domingo, 14 de setembro de 2014

ADORADORES DO CAPITALISMO (*)

A mídia exalta quem é bafejado pelas bênçãos da fortuna. E exclui a turba anônima condenada à pobreza. O que traz o dinheiro não é apenas o poder mágico de amealhar bens, conforto, segurança e prestigio. É, sobretudo poder, a propriedade de impor a própria vontade às demais. Gente como Bill Gates, que possui bilhões de dólares impossíveis de serem usufruídos ainda que ele retornasse por varias reencarnações, não estocam tamanha fortuna por mera avareza, e sim porque ela o torna mais poderoso. A riqueza substitui, hoje, o sangue azul. Outrora a nobreza ocupava o topo da pirâmide social. Ser monarca era questão de destino dinástico. Nascia-se nobre. Hoje é o dinheiro que entroniza a pessoa no poder e, passado de geração em geração, assegura a linhagem nobre. Basta uma oscilação da Bolsa para derrubar reis e coroar plebeus. Qualquer arrivista sem caráter pode brilhar na sociedade desde que possua muito dinheiro.
(*) Eugenio Santana é Jornalista, Escritor, Ensaísta e publicitário. Membro da ADESG-DF – Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra

sábado, 13 de setembro de 2014

NAS ASAS DO AMOR (*)

Minha voz vinha de minha alma, vinha de Deus. Cantei muito, por Amor... Até que chegou minha hora! E eu voei nas asas do Senhor, como menino... Confesso que tive medo, mas, mesmo assim, voei... As asas do Amor me levaram na canção do Divino. E eu chorei muito quando vi meu pai, totalmente vivo. E também os amigos que haviam partido antes, nas asas do Eterno. Fui recebido com flores e aplausos, por causa da música que fiz.Vi o brilho de muitos corações embalados em minhas canções.Foi-me mostrado o efeito do Amor em forma de música. E eu chorei mais... Quando vi o anjo que me inspirava. Eu tinha a voz certa, mas ele era a alma do Amor em mim. Eu cantei muito, com alma verdadeira, mas ele estava comigo. Eu não o via, mas sentia sua presença; e compunha e cantava... Ele conversava comigo, na voz do silêncio, em meu coração. Eu sentia dor, mas ele me amparava secretamente. Nos momentos de falta de ar, ele soprava a vida em mim. E, nas noites solitárias, ele tirava o meu temor e me inspirava a orar. Você sabe o que passei verdadeiramente e quais eram minhas carências. Apesar do meu sucesso, eu me sentia muito sozinho e sem colo. Hoje, olhando o passado, vejo o quanto a música me levou em frente... Sem ela, eu não teria agüentado viver; por Amor, cantei... E, por Amor, continuo cantando... E fazendo brilhar outros corações. E o meu anjo continua me inspirando e sendo a alma do Amor em mim. E hoje eu canto para os espíritos tristes, e eles melhoram - e eu junto. Meu amigo e irmão de alma, vamos voar nas asas do Amor, junto com meu anjo? Vamos para o grande show, dentro do coração, em nome de Deus. Você vê essa Luz amarela clara me envolvendo agora? É o sinal do meu anjo. Ele está chamando você também... Então, venha!Vamos alegrar os espíritos, juntos. Enquanto eu canto, você dá os passes; e o anjo inspirará a nós dois nesse show. Relaxe o seu corpo e se envolva em Luz amarela clara...E solte-se na Luz do espírito. Pense em Deus. E ria bastante, de tudo. Dance, meu amigo, na Luz... Tudo tem um motivo, até mesmo nossa conversa; o show está para começar... Vamos, nas asas do Amor, cantar e levar alegria... Como filhos de Deus. (*) Copydesk/fragment by
EUGENIO SANTANA é membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, ensaísta, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autorrealização, autoconhecimento e autoajuda. Ex-Revisor de textos do jornal “Diário da Manhã” e Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (61) 8212-3275 (TIM)

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

SEJA AUTÊNTICO (*)

A maioria das pessoas hoje vive mais interessada em parecer do que ser. Consome por consumir até se endividar para posar como bacana. Pura ostentação. Perde tempo precioso prestando atenção à vida das celebridades da TV. Expõe sua intimidade nas redes sociais com uma facilidade impressionante, tira tantas fotos para postar na internet que não se diverte, fica escrava de computadores e celulares. Outro dia, vi três garotas sentadas em torno de uma mesa de restaurante que riam muito. Cada uma segurava um celular. Qual não foi minha surpresa quando percebi que elas papeavam não com palavras, mas trocando mensagens de texto! Eu pergunto: onde foi parar a delícia de uma boa conversa durante a refeição? A cumplicidade do olho no olho e dos sorrisos foi substituída pela frieza dos dedos nos teclados e do reflexo da luz do visor no olhar das pessoas. Se você entende do que estou falando, então faça alguma coisa já: pegue o telefone, sim, mas para convidar uma pessoa especial para tomar vinho, caminhar no parque de mãos dadas... Um jantarzinho cheio de namoro, com aquele homem ou mulher que instiga sua pele e balança seu coração! Afinal, é isso que faz a vida ser vibrante. Muitas vezes, quando nos arriscamos a ser nós mesmos, surpreendemos positivamente os outros. Afinal, todo mundo está ávido por originalidade, por gente de verdade. Poucos estão tendo a coragem de ser originais. Quando deixa de fazer o que seu coração manda, somente para evitar críticas, você perde sua autenticidade, sua marca registrada, algumas características tão peculiares que a diferenciam da multidão. Sujeitar-se a viver infeliz para satisfazer a vontade e as determinações dos outros não exige muito mais de você? Dê o seu grito de independência e detone tudo o que não tem a ver com o seu estilo de vida. A sua felicidade é muito mais importante do que a sua imagem.
Quando você assume suas decisões, independentemente do que os outros acham, pode perceber que tira um peso imenso das costas. Então sobra energia para viver com alegria no coração, e enxergar mais claramente o seu caminho. (*) EUGENIO SANTANA é membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, ensaísta, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autorrealização, autoconhecimento e autoajuda. Ex-Revisor de textos do jornal “Diário da Manhã” e Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (61) 8212-3275 (TIM)

O PÁSSARO E O RATO MORTO (*)

Um pássaro estava voando com um rato morto no bico e um bando de pássaros o perseguia e ameaçava atacá-lo. Ele foi alcançado e passou a ser alvo das bicadas dos outros pássaros. Em meio à luta, ele abriu o bico e o rato caiu. Imediatamente, todo o bando voou em direção ao rato e deixou o pássaro em paz. Os outros pássaros não estavam contra ele. Apenas queriam a mesma coisa que ele: o rato. Muitas vezes, uma pessoa está sendo atacada e não se da conta de que a agressão não é contra ela. Na verdade, os outros apenas querem estar no lugar que ela ocupa. É comum vermos uma empresa familiar em que a pessoa no comando é alvo de muitas criticas dos membros. Na verdade, os familiares apenas querem ter esse comando para si. Em outras vezes, a pessoa está casada com alguém que não ama mais, e ainda vive sendo atacada pela família do companheiro. Essa interferência só complica tudo, mas a pessoa não desiste desse relacionamento, ou seja, não “larga o rato morto”. Está mais que claro que é hora de ir embora desse casamento em que está tudo errado e se dar nova chance de ser feliz com outro par. Se esse é o seu caso, e você já não agüenta mais as agressões, “largue o rato morto”. Largue essa situação sem saída e toque sua vida em frente! Na hora em que você deixar a situação ir embora, vai perceber quanto ela a escravizava.
Por que insistimos em segurar ratos mortos? Compramos brigas enormes sem uma causa que as justifique apenas pelo prazer de competir por algo que muitas vezes nem vale a pena. (*) EUGENIO SANTANA é membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, ensaísta, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autorrealização, autoconhecimento e autoajuda. Ex-Revisor de textos do jornal “Diário da Manhã” e Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (61) 8212-3275 (TIM)

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O PODER DO PERDÃO (*)

Aquele que põe seu foco no presente não se escraviza pelo que já passou. Por isso, uma das formas mais eficazes de destravar seu caminho e deixar o passado para trás é praticando o perdão. Quando perdoamos, livramos a alma da energia negativa daquelas pessoas que nos feriram e daquelas situações que nos magoaram um dia. Então, para seu próprio bem e felicidade, deixe-as para trás. Liberte a si mesmo dos seus fantasmas, da imagem ou lembrança de pessoas e acontecimentos que já não merecem mais fazer parte da sua vida, mas ainda o assombram. Para ter o coração limpo a fim de se relacionar com novas pessoas, é fundamental que você desligue da energia daquelas que o magoaram. Talvez essas pessoas não mereçam seu perdão, mas eu não estou lhe dizendo isso pensando nelas. Eu acredito que isso é importante para você. Você merece os benefícios do perdão. Segurar magoas não vai fazer justiça, nem punir ninguém pelas coisas ruins que fez. Só vai amargurar seu coração. Pense bem: que droga de estratégia é essa de você não perdoar o outro e acabar castigando a si mesmo, que já sofreu o bastante? Passe por cima do que aconteceu, para seu próprio bem. Se você perceber que a pessoa que o magoou tem coração bom, procure entender o erro dela e diga que já a perdoou. E que seu coração está aberto para um novo convívio. Quando você perdoa, da a si mesmo a liberdade de seguir seu caminho, sentindo paz com relação ao passado, energia no seu presente e confiança no futuro. Perdoar não é só libertar o outro, mas principalmente te libertar a si mesmo do que ocorreu e parar de aceitar ser prisioneiro do mal que foi feito a você. No seu dia a dia, com certeza você já viu casos de um pai perdoar o assassino do filho, de um funcionário perdoar o destempero do gestor, de irmãos briguentos se perdoarem depois de grandes conflitos, e de tantas outras situações em que o perdão libertou as pessoas.
Então, por que você não pode lançar mão dos benefícios do perdão? (*) EUGENIO SANTANA é membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, ensaísta, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autorrealização, autoconhecimento e autoajuda. Ex-Revisor de textos do jornal “Diário da Manhã” e Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (61) 8212-3275 (TIM)

domingo, 7 de setembro de 2014

SONHOS ESQUECIDOS NO CORAÇÃO (*)

Todos os seus sonhos existem para você realizá-los. Talvez você esteja desanimado, precisando despertar de um conformismo exagerado com suas dificuldades. Esta na hora de começar a viver com intensidade. Talvez neste momento você esteja em um relacionamento bom, amando de verdade, mas sente que ainda falta algo. Coloque entusiasmo nesse relacionamento e passe a curtir esse amor. Quer encontrar um grande amor? Ele estará esperando você no dia em que começar a trabalhar por suas paixões e aparecer nos lugares onde elas estão. O mesmo vale para contatos profissionais e oportunidades de todo tipo. Não aceite o tédio como seu destino absoluto e imutável, nem que o conformismo se transforme em comodismo e tire sua energia. Coloque energia na sua vida. Quando você começar a fazer o que curte, vai perceber que a sensação é de como se aquilo que você estava buscando o encontrasse. Alguns dão a isso o nome de sorte, não vem se você não se mexe, se cruza os braços e fica esperando o tempo passar. Cada momento é um lugar onde você nunca esteve. Aproveite! Você não faz a diferença para ninguém se não fizer para si mesmo. Trate-se como você trataria um grande amor.
Como disse Charles Chaplin: “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”. (*) EUGENIO SANTANA é membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, ensaísta, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autorrealização, autoconhecimento e autoajuda. Ex-Revisor de textos do jornal “Diário da Manhã” e Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (61) 8212-3275

sábado, 6 de setembro de 2014

INSACIÁVEIS VAMPIRAS DO AMOR (*)

Querem viver a sua vida. Não suportam a sua independência e visão do mundo. E não se importam com os seus valores mais preciosos. Invejam-lhe, mas não se dão conta disso. Inventam que querem cuidar de você, quando, na verdade, quer lhe absorver até ultrapassar todos os seus limites físicos e emocionais. Insaciáveis, sugam sua energia para torná-lo mais vulnerável. Querem corromper sua lucidez e bom-senso, porque assim fica mais fácil a sua submissão. Seduzem-lhe por onde você é mais frágil. Quebram aos poucos sua autoestima. Minam a sua energia e se alimentam insaciavelmente de tudo o que você é. A solução para esse tipo de relacionamento é a ruptura imediata, o corte, e se possível, o rompimento por completo com toda forma de contato. Você não está apaixonado e nem amando, está apenas intoxicado pelo que ela lhe infunde. É por meio da inserção de pensamentos e sentimentos desastrosos que o predador emocional, dia após dia, vai roubando a sua capacidade de lucidez. Suas ações funcionam como uma espécie de droga venenosa que é gradativamente injetada e que tem uma única função que é a de lhe intoxicar. Acorde! Você está correndo risco de morte. Acredite em você e em suas mais ínfimas percepções. Dê ouvidos a si mesmo. Mesmo sendo fruto de situações assimiladas em nossa infância, quando fomos doutrinados a sermos obedientes, educados, cordatos e convenientes, devemos nos lembrar que para sobrevivermos também precisamos saber impor limites e saber dizer não. Vítimas deste tipo de assassinos silenciosos, em geral, são visionários, sensíveis e românticos que acreditam que serão capazes de reparar absolutamente todo o mal-estar do outro, incluindo suas mudanças repentinas de humor.
Tenho parentes e amigos que me relataram ter medo de pegar um copo de água sequer com receio de fazerem algo errado... Contam que sentem as parceiras à espreita observando-os e ao menor deslize, elas os desqualificam moralmente. Com freqüência, esse padrão de relação de assédio ocorre dentro de casa e longe da visão externa, o que dificulta a compreensão de todos, inclusive das “vítimas’’. (*) EUGENIO SANTANA é membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, ensaísta, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autorrealização, autoconhecimento e autoajuda. Ex-Revisor de textos do “Diário da Manhã” e Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (61) 8212-3275

MEMORIA ALADA (*)

Encheram a ampulheta com areia ressequida e o relógio do tempo começou a marcar. Os ponteiros são imaginários e os minutos também. A terra escorrega de encontro ao espaço vazio e os últimos serão os primeiros. As grandes árvores farão sombra e as ervas daninhas não poderão explodir as sementes. Perecer é o destino dos pequenos e fracos que vivem distantes da luz. Hoje os que estão no cimo, amanhã estarão na base. Só as idéias criativas têm o poder de ocupar o vazio. Lancei mão do buril e desgastei as arestas da memória alada do tempo. Nos ombros suportei um fardo tão pesado quanto a soma de todos os dias. Cheguei a ouvir os gemidos de Jo...
(*) Escritor e Jornalista Eugenio Santana