quinta-feira, 2 de maio de 2013

VÊNUS CALIPÍGIA (*)

CALIPÍGIA: do Grego “kallipygos”, belas nádegas. Como em caligrafia (escrita bonita): “kalli”, bonita, “grapphein”, escrever; em calidoscópio, cuja variante é caleidoscópio, com três compostos gregos: “kalli”, belo; “eidos”, imagem; e “skopein”, ver. O étimo “pygos” – “pygium”, em Latim – designa extremidade, como em “uropygium, sambiquira. Entre as várias representações de Vênus, a deusa romana do amor, há a Vênus Calipígia, exposta no Museu Nacional de Nápoles, na Itália, que aparece levantando a roupa para mostrar as nádegas, perfeitamente proporcionais. No Brasil, as mulheres mais admiradas têm seios médios ou grandes e são calipígias. Por isso, é elevada a procura de próteses para compensar eventual economia da natureza. (*) EUGENIO SANTANA, da Academia de Letras do Noroeste de Minas, é escritor, jornalista, publicitário, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “InfinitoEfêmero”. Imêio: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (34) 9297-6090