segunda-feira, 12 de setembro de 2011

ESTES, SIM, SÃO MEUS FILHOS...





Li com interesse e encantamento os poemas de tão fina sensibilidade no livro “Asas da Utopia”. Desejo-lhe o merecido sucesso literário. (Fernando Sabino, Rio de Janeiro, RJ)

Sua poesia possui originalidade. É súbita, expressiva, cortante, contundente e terna. É bom encontrar poeta com linguagem própria. (Artur da Távola, Rio de Janeiro, RJ)

Muito grata pela visita de “Florestrela”. Não há dúvida que o Poeta mergulha, coração lírico, na percepção da Unidade de todas as coisas. Alta conquista. Mágico mistério. Insígnia de quem possui a tatuagem da flor de Lótus impressa na alma. (Stella Leonardos - Rio de Janeiro, RJ)

A atmosfera do livro “Asas da Utopia” é de amor e espiritualidade. As metáforas são flores que atenuam e alimentam a esperança de dias mais claros. (Helena Kolody, Curitiba, PR)

Foi um prazer conhecer esse arquiteto da Palavra. Segue sua senda Eugenio Santana, viajor incansável de trilhas inimagináveis. Continue semeando Beleza, nesse mundo desfigurado de humanidade e fraterno afeto aos seres, coisas e ao Eterno. (Augusta Faro, Goiânia, GO)

Eugenio Santana é um Chefe da Oficina da Consciência. Ele escreve com a mesma intensidade com que medita no Cosmo ou, inspirado pelas Asas da Lembrança, navega no tempo Eterno. (Carlos Cardoso Aveline, Brasília, DF)

O escritor Eugenio Santana é um Buscador da Luz, e sabe, como já sabia Confúcio, que o homem permanece pela palavra. O seu livro “Florestrela” é um sobrevivente dos escombros de um mundo absurdo e caduco, qual o peixe Celacanto. (Brasigóis Felício, Goiânia, GO)

Eugenio Santana se coloca entre os que procuram canalizar a sua busca por meio da forma poemática. O ponto de chegada será o mesmo: a realização da Utopia, que havemos de encontrar/construir, ainda que para tanto precisemos repartir com o poeta a cruz de seu destino crístico – o destino do homem? (Anderson Braga Horta, Brasília, DF)

“Guiado pelos Pássaros” é o título do livro de nosso amigo, o escritor Eugenio Santana. Há uma busca incessante de fusão com a natureza, com a harmonia do Uni/verso. Poetas-Pássaros: Castro Alves era o Condor. Poe, o Corvo. Manoel de Barros, o sabiá com trevas. E Eugenio Santana? O Falcão real? O rouxinol? O pintassilgo? Ou um homem que segue o roteiro dos pássaros? (Raquel Naveira, Campo Grande, MS)